ABA
Associação Brasileira de Anunciantes.

ABAD
Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores.

ABORDAGEM
Ato realizado por um(a) demonstrador(a), geralmente acompanhado por um folheto ou amostra promocional.

ABRAS
Associação Brasileira de Supermercados. É uma entidade civil, sem fins lucrativos que congrega todas as associações estaduais de supermercados instaladas no país (27) e, portanto representa todos os supermercados do país, um universo de cerca de 82.000 lojas.

ACETATO
Base de película fotográfica ou cinematográfica, de combustão lenta, utilizada em transparências e fotolitos.

ACORDO DE COLOCAÇÃO
Contrato verbal ou escrito entre o PDV, o anunciante e o vendedor do serviço, descrevendo as condições de colocação da publicidade.

ACORDO DE PREÇOS
Uma prática ilegal entre concorrentes ao combinarem de vender ao mesmo preço determinados produtos.

ADESIVO
Lâmina impressa feita sobre um suporte adesivo e recortado.

ADESIVO DE CHÃO
Marcação de caminho para a promoção de um produto ou serviço.

ADESIVO DE DUPLA FACE
Adesivo que permite fixação em ambas as faces.

AERÓGRAFO
Instrumento de ar comprimido que pulveriza tinta sobre desenhos, cartazes, fotos etc.

AGENTE DE MUDANÇA
Grupo ou indivíduo que usa suas habilidades, seu conhecimento e relacionamentos para liderar e programar mudanças em uma organização.

AJUSTE DA NOTA FISCAL
Correção feita na nota ao ser constatado, na portaria do supermercado, erro de produto ou quantidade além de produto danificado ou impróprio para a venda.

ALIMENTO DIETÉTICO
Alimento industrial para dietas especiais, sem alguns nutrientes como o sal, açúcar, carboidratos, lactose e gordura. Veja Alimento light.

ALIMENTO LIGHT
Difere do dietético, pois este apresenta uma reduçao mínima de 25%, mas nao total, dos componentes açucar, gordura saturada, gorduras totais, colesterol e sódio ou de calorias. Pode ser nocivo para pessoas hipertensas ou com colesterol elevado.

ALIMENTO PARA ANIMAIS
Uma área da mercearia destinada à venda de produtos para animais domésticos. O termo inglês Pet shop é muito usado no país para designar esta linha de produtos. Veja Pet shop.

ALOCAÇÃO DE ESPAÇO
Um procedimento que determina o quanto de espaço de prateleira um produto deve ter, usando como guia o giro do produto, o volume de venda e a rentabilidade que oferece a loja.

ALTA ROTAÇÃO
Produto que gira muito rápido. Quanto mais giro tem um produto significa que a relação entre sua venda e o nível médio de estoque é muito grande. Também chamado de alto giro. Veja Rotação de estoque.

ALUGUEL DE ESPAÇO
Prática dos supermercados que alugam pontas de gôndola e espaços promocionais para exposição extra de produtos. O pagamento é feito por cheque, desconto em duplicata ou bonificação.

AMPRO
Associação de Marketing Promocional.

ANÁLISE DE VENDAS
Uma análise das vendas por semana, mês, período, ano comparando com o passado e a concorrência para projetar tendências, identificar problemas e avaliar o desempenho da loja, das promoções e da equipe.

ANIMADOR(A) DE VENDAS

Ver Demonstrador(a).

ANLOC
Associação Nacional de Lojas de Conveniência.

ANODIZAÇÃO
Proteção ou decoração de uma peça de alumínio por oxidação anódica.

APARADOR
Ver Faixa de Gôndola.

AR CONDICIONADO
Sistema utilizado para resfriar as lojas, escritórios e outras instalações. Pode estar ligado aos equipamentos de frio e a iluminação como parte de um sistema de gerenciamento de energia.

ARARA
Expositor de arame para pendurar cabides com roupas nos PDV's.

ÁREA DE INFLUÊNCIA
Análise e avaliação da área de penetração e atuação de uma loja, que inclui os dados demográficos da população, os concorrentes e seus formatos. Usada para conhecer o potencial do mercado, comparar preços e traçar projeções de venda. Veja Perfil do mercado.

ÁREA DE VENDA
É a área designada, em uma loja de varejo, para expor produtos e mercadorias, os checkouts e prestar serviços ao cliente. Não inclui o deposito, as áreas de preparo, as câmaras refrigeradas, nem as áreas de uso dos funcionários. Simplificando, é a área onde o cliente circula acrescida daquela que ele consegue ver como as áreas de preparo abertas para o público.

ARMAÇÃO
Elemento rígido que segura os vários componentes de um expositor.

ARTE FINAL
Produto final gráfico ou informatizado do qual se obtém o fotolito.

ASSOCIAÇÕES DE CLASSE
São organizações representativas de uma classe que promovem à educação, a assistência social, a representação política, defesa dos interesses, filantropias etc. É adequada para uma atividade social.

ASSOCIAÇÕES ESTADUAIS DE SUPERMERCADO
Cada estado brasileiro tem constituída uma Associação que congrega os supermercados do estado. Todas essas associações estaduais são afiliadas e formadoras da Abras. Veja Abras.

ATACADISTA
Uma empresa que compra em grandes quantidades diretamente dos fabricantes, estoca e vende a varejistas e transformadores em menores quantidades.

ATACADO CONVENCIONAL
Um intermediário entre o produtor ou fabricante e os varejistas ou transformadores. É o chamado atacado de balcão, usado por supermercados pequenos que não tem acesso direto as indústrias fornecedoras.

ATACADO EM AUTOSSERVIÇO MISTO
Um formato de loja atacadista que utiliza o autosserviço para os clientes, varejistas, transformadores e também em grande parte, consumidores finais. Também conhecida com o nome de Atacarejo é uma variação do antigo formato Loja Depósito. Opera com dois preços de venda, um para o varejo e outro menor para embalagens fechadas ou quantidades maiores. Veja Loja depósito.

ATACADO EM AUTOSSERVIÇO PURO
Um formato de loja atacadista que utiliza a técnica do autosserviço para seus clientes, varejistas ou transformadores. Eles mesmos selecionam o que precisam pagam e transportam a sua própria compra. Um pré- cadastramento pode ser necessário em algumas redes. Veja Cash & Carry.

ATACADO ESPECIALIZADO
Um atacadista que fornece aos varejistas uma linha, uma variedade limitada de produtos.

ATIVO
Bem ou recurso utilizado para facilitar e agregar valor a operação de um supermercado, bem como à empresa como um todo.

ATIVO CIRCULANTE
Dinheiro, ações, aplicações financeiras ou valores mobiliários que podem ser facilmente convertidos em dinheiro em curto prazo.

ATIVO FIXO
Itens ou recursos como equipamentos, veículos e imóveis, utilizados para facilitar as operações de uma empresa.

AUDITORIA DE LOJA
Uma avaliação dos procedimentos e processos de gestão da loja, para ver se estão dentro das normas estabelecidas pela empresa.

AUDITORIA INTERNA DE LOJA
Um departamento staff responsável pela realização de auditorias operacionais nas lojas. Auditam preços, recebimentos, contabilidade, níveis de estoque, faltas e áreas de segurança entre outros.

AUTORIZAÇÃO DE COMPRA
A aprovação de um gerente de categoria ou de um comitê, liberando à empresa a comprar produtos de algum fornecedor.

AUTOSSERVIÇO
Técnica de venda surgida no começo do século 20 nos Estados Unidos, que revolucionou o varejo e permitiu o surgimento dos supermercados em 1930. Com ele desapareceram as mercearias com balcão separando o cliente da mercadoria. Assim os próprios clientes selecionavam o que queriam e levavam para pagar no caixa. Houve grande redução dos custos de pessoal e mais eficiência na operação. Foi uma revolução, o marco mais importante do varejo.
BACK LIGHT
Peça dotada de iluminação interna que apresenta mensagem e/ou imagem.

BACKUP
Uma cópia de segurança, dos arquivos de um computador salvos em um pen drive ou um HD externo.

BAIXA ELETRÔNICA NO ESTOQUE
O processo de remoção de um item do estoque de uma loja ao ser ele digitado no checkout.

BAIXAR O PREÇO
Em inglês Markdown, é a redução temporária do preço de venda de um produto para uma campanha de ofertas ou para desovar um estoque antigo. Veja Oferta.

BAIXA ROTAÇÃO
Item que ao vender pouco deveria ter baixo estoque e muitas vezes isto não é possível. Dai a rotação ficar prejudicada. Também chamado de baixo giro. Veja Rotação de estoque

BAIXO GIRO
Produtos que rodam muito lentamente nas prateleiras.

BALANÇA DIGITAL
Uma balança programável que pesa, calcula o preço de venda e imprime uma etiqueta. Usada nas áreas de preparo e de vendas. Muitas lojas tem balança acoplada ao sistema, no checkout.

BALCÃO CINCO P
Equipamento frigorificado com cinco prateleiras para a exposição de produtos perecíveis. Normalmente utilizado pela seção de frios e laticínios e carnes.

BALCÃO DE ATENDIMENTO
Uma área dedicada ao atendimento ao cliente, quanto à devolução de produto, tirar dúvidas, fazer reclamações etc. Normalmente localizada na entrada da loja.

BALCÃO DE APOIO
Serviço de balcão na frente dos caixas (checkout) para auxiliar as operadoras de caixa, supervisionar o serviço e atender os clientes.
BALCÃO DE DEGUSTAÇÃO
Stand que tem como objetivo dar a conhecer ou divulgar de forma personalizada um produto apresentado por um promotor ou demostrador.

BALCÃO TRÊS P
Equipamento frigorificado com três prateleiras para a exposição de produtos perecíveis. Mais comum na seção de frutas e verduras.

BANCADA
Um móvel simples utilizado para a ex-posição de diversos tipos de produtos.

BANCA DE F.L.V.
Expositor ou bancada mais simples, semelhante a das feiras, para a venda de produtos hortifrúti. Veja Vasca de F.L.V.

BANDEIROLAS
Conjunto de cartazetes pendurados em varal para decoração do PDV.

BANDEJA
Produtos embalados em uma bandeja de papelão ou outro material e envolvidos em filme de PVC transparente. Embalagem usada para a venda de produtos fatiados, doces, carnes ou outros perecíveis.

BANDEJA DE TROCO
Suporte colocado sobre o balcão que leva publicidade e sobre o qual se devolve o troco.

BANDEJA DE PESCOÇO
Bandeja que é pendurada no pescoço da promotora para divulgação/degustação de produto..

BANNER
Peça publicitária em forma de bandeira, feita de plástico ou tecido. Usada para a propaganda de produtos, indicação de seções ou para campanhas mercadológicas.

BATCH
Marcação de data de fabricação, lote e vencimento de um produto.

B2B
Business to business, relação de negócios entre empresas.

B2C
Business to consumer, relação de negócios entre empresas e o consumidor final.

BAZAR
Um dos cinco departamentos de um hipermercado que inclui as linhas de ferramentas, brinquedos, materiais elétricos, papelaria, livros, itens de churrasco, automotivos, panelas etc. No supermercado a linha é bem mais restrita operando produtos de cozinha, papelaria, pet shop ou elétricos. Veja Não alimentos.

BENCHMARKING
É um processo contínuo de medirmos e compararmos os nossos produtos, serviços e resultados com os melhores concorrentes ou com os líderes do nosso ramo. É a sua referência para poder medir a sua performance, o seu desempenho, seus índices, seu trabalho e sua posição competitiva.

BENS DE CAPITAL
Produtos utilizados para a produção de outros, como maquinas, equipamentos, instalações etc.

BENS DE CONSUMO
Produtos prontos e destinados diretamente ao uso e satisfação do consumidor final. Há bens duráveis como automóvel ou geladeira, não duráveis como alimentos em geral e bens semiduráveis como calçado e roupa.

BERÇO
Suporte preparado para receber o produto dentro da embalagem.

BIG PLAYERS
Grandes empresas em determinado setor / mercado. Líderes de mercado. Ex. : as maiores redes de supermercados.

BIOMBO
Elemento de três ou mais partes que cumpre função de display articulado no PDV.

BLIMP
Inflável hermético de grandes dimensões colocado em ambientes amplos e externos contendo mensagem e/ou imagem, normalmente alimentado por gás hélio.

BLISTER
Apresentação de um produto embalado entre um suporte de cartão e uma estrutura de plástico transparente, permitindo a visualização do mesmo.

BLOCO DE PEDIDOS
Um bloco pré-impresso para uma loja fazer pedidos a sua central. Veja Caderno de pedidos.

BLUE CHIPS
Termo utilizado para produtos com alto lucro bruto e alta rotatividade nas prateleiras.

BONECO
Projeto de material gráfico destinado a dar uma idéia do aspecto que terá a peça.

BONUS PACK
Embalagem bonificada com maior quantidade de produto do que na embalagem convencional.

BOTTON
Peça promocional em forma de broche, que pode ser produzida em diferentes formatos.

BOX PALLET
Caixa utilizada para o transporte e a apresentação de mercadoria de grande volume nos PDV's (supermercados, hipermercados e atacadistas).

BRANDING
Também conhecida por Brand Management é o conjunto de técnicas e práticas que visam à formação, construção e fortalecimento de um marca, produto ou empresa.

BRIEFING
Conjunto de dados comerciais ou de marketing que servem de base para estudos de promoção e merchandising, elaboração de campanhas e confecção de peças em geral.

BRINDE, UNIFORME, MATERIAL DE APOIO:
Em geral utilizados para apoiar as degustações nos PDV’s.

BROAD SIDE
Folheto destinado ao público interno e intermediário (distribuidores e varejistas) apresentando o produto e a sua campanha de comunicação.

BROKER
Agente de distribuição terceirizado.

BURACO NA GÔNDOLA
Termo usado para dizer que faltam produtos na gôndola e que eles precisam ser repostos.
CADEIA DE ABASTECIMENTO
Todo o processo de realização e movimentação eficiente de mercadorias do produtor ou fabricante ao consumidor final. Veja Cadeia de distribuição.
CADEIA DE LOJAS
Operação de varejo de um grupo de lojas, acima de cinco, que opera sob uma mesma bandeira ou mais de uma, mas sob a administração e orientação de uma única sede.

CADERNO DE PEDIDOS
Um catálogo impresso dos produtos e seus preços, que estão em linha na loja. Com ele a loja faz seus pedidos ao deposito central da empresa ou a fornecedores.

CAIXA

Veja Checkout.

CAIXA DE EMBARQUE
Embalagem/caixa que acondiciona os produtos para serem transportados/estocados. Em geral é de maior resistência que a embalagem habitual do produto.

CAIXA, OPERADORA
Funcionária da frente de caixa que trabalha no checkout, respondendo pelo processo final da venda e recebedora do pagamento do cliente. Geralmente do sexo feminino, exerce uma função muito importante por ser o último contato do cliente com a loja. É também o delicado momento que ele vai enfiar a mão no bolso. Veja Checkout.

CAIXA PADRÃO
A unidade de venda de um fabricante com um número fixo de unidades do produto.

CAIXA PREFERENCIAL
Um caixa selecionado para atender só clientes idosos, deficientes físicos, gestantes e mulheres com criança de colo.

CAIXA RÁPIDO
Um caixa (checkout) selecionado para atender só clientes com um número limitado de itens, normalmente até dez.

CALANDRAR
Processo que consiste em curvar chapas metálicas deixando-as
em formato ondulado.

CALENDÁRIO PROMOCIONAL
Lista cronológica anual e mensal onde são projetados todos os eventos promocionais que a empresa varejista ou a loja pretende desenvolver.

CALENDÁRIO SAZONAL
Um programa detalhando todos os passos de preparação para um bom planejamento de períodos promocionais em datas importantes como o natal, carnaval ou volta às aulas, entre outros. Veja Promoção sazonal.
CÂMARA CONGELADORA
Uma área fechada a baixas temperaturas para a armazenagem de produtos que devem ser mantidos congelados.

CÂMARA FRIA
Local refrigerado ou congelado para a estocagem de produtos perecíveis que necessitam de refrigeração, congelamento ou algum tratamento especial.

CÂMARA REFRIGERADA
Uma área fechada refrigerada para a armazenagem de produtos perecíveis.

CAMINHÃO REFRIGERADO
Um caminhão com temperatura controlada e baixa, utilizado para transportar produtos perecíveis.

CAMINHO PERCORRIDO
A direção e o fluxo dos clientes na loja desde sua entrada até sua chegada aos caixas. Veja Fluxo dos clientes.

CANAL DE DISTRIBUIÇÃO
Todos os envolvidos na cadeia de distribuição, que leva um produto desde a fazenda (se agrícola) ou desde a indústria (se industrial), passando por intermediários, até a mesa do consumidor final. Este caminho pode incluir o produtor, fabricante, intermediários, atacadista e a loja varejista.

CANALETA
Ver Faixa de Gôndola.

CANALETA PARA EXPOR PREÇO
Uma tira plástica na frente de uma prateleira de gôndola usada para afixar etiquetas de preços e outras informações dos produtos.

CANAL DEC
Distribuidores específicos de categorias. Ex. : Produtos de higiene e cosmética.

CANIBALIZAÇÃO
A abertura de uma nova loja por uma rede, localizada dentro da área de influencia de outra loja da mesma rede.

CANTONEIRA
Ver Faixa de Gôndola.

CAPACIDADE CÚBICA
A capacidade de estocagem de um veículo, expressa em metros cúbicos. Veja Metragem cúbica.

CAPACIDADE DE EXPOSIÇÃO
O volume total de produtos que podem ser colocados em uma prateleira ou expositor.
CARGA DE RETORNO
A tática de um caminhoneiro de, após a entrega de uma mercadoria, ter uma carga para o retorno a sua cidade de partida ou próximo a ela.

CARNES E AVES
Seção de um supermercado que comercializa todos os tipos de carnes e aves. Já foi, na década de sessenta, a seção que mais afreguesava e era de compra quase que diária.

CARRINHO DE COMPRA
Carrinho com características próprias e bem diferenciadas, usado pelos clientes dentro da loja, para armazenar e transportar suas compras até o checkout.

CARRINHO DISPLAY
Um carrinho de compras usado como um expositor de mercadorias em oferta.

CARRO PLATAFORMA
Um carro destinado ao transporte de mercadorias do depósito da loja para a área de vendas.

CARTÃO DE CRÉDITO OU DEBITO
Um cartão para compras.

CARTÃO DE FIDELIDADE
Cartão usado para identificação de clientes especiais e frequentes, armazenando suas informações, seus hábitos de compra e os recompensando pela sua fidelidade.

CARTÃO INTELIGENTE
Um cartão com microchips que armazena dados, valores e pode ser usado para compras e outras finalidades, sendo recarregável.

CARTAZ AÉREO
Cartaz produzido em qualquer material destinado a ser pendurado no alto dentro do PDV.

CARTAZ DE JANELA
Cartaz, geralmente de papel ou papelão, com oferta de produto, pendurado na janela de uma loja para atrair o publico passante.

CARTAZ DE PDV
Peça impressa em papel ou outra superfície, apresentando mensagem e/ou imagem, para ser fixado no PDV.

CARTAZ DE PRATELEIRA
Um pequeno cartazete colocado na gôndola para falar ou propagar sobre um produto. Pode ser chamado de falador de prateleira.

CARTAZEAMENTO
Diversos tipos e tamanhos de cartazes utilizados por um varejista, dentro da loja, para estimular a venda. Veja Sinalização.

CARTAZ PROMOCIONAL
Cartaz utilizado em um display ou qualquer outro ponto-de-venda para chamar a atenção e promover o produto em exposição.

CARTAZETE
Cartaz menor de diversos formatos, geralmente utilizado em PDV.

CASA DE MÁQUINAS
Local que concentra todas as maquinas e compressores necessários para a operação dos equipamentos frigorificados.

CASH & CARRY
Uma política de vendas relacionada com atacadistas em autosserviço. Por ela o cliente, normalmente varejista ou transformador, paga e já leva a mercadoria. Também pode designar um formato de loja. Veja Atacado em autosserviço puro ou misto.

CATÁLOGO
Material destinado a ilustrar os produtos/serviços que a empresa disponibiliza aos clientes.

CATEGORIA
Um grupo de produtos similares e distintos, classificados conforme as necessidades que atendem tais como; matinais, destilados, detergentes, alimento para animais, etc. Diferentes categorias de produtos exercem diferentes papéis para diferentes canais de varejo. Assim pelas suas características podem ser classificadas de: destino, rotina, ocasional e conveniência.

CATEGORIA CONVENIÊNCIA
É a categoria de produtos que serve para atender necessidades imediatas dos consumidores. São de valor baixo e compra frequente. Eles são comprados por impulso ou em emergência estando o cliente dentro da loja ou não. Balas, doces, bebidas e quinquilharias são alguns exemplos.

CATEGORIA DESTINO
A categoria destino é aquela cujos produtos atraem clientes até a loja, exclusivamente para comprar esses produtos. É aquela que melhor caracteriza e personaliza a loja. É o seu ponto forte de atração e vai buscar clientes de muito longe.

CATEGORIA OCASIONAL
Neste grupo, os produtos são comprados ocasionalmente, em situações específicas, por conta de um evento. Não são de compra constante e de rotina dos consumidores, bem como não são produtos de primeira necessidade.
CATEGORIA ROTINA
Esta também atrai clientes para uma loja porem é mais um reforço para a decisão de onde comprar do que como objetivo final. Nesta categoria estão produtos comprados rotineiramente, sem muita necessidade de pesquisa ou decisão. Uma boa parte dos alimentos está nesta categoria.

CATEGORY KILLER
O “matador da categoria” é um varejista como um hipermercado ou uma grande loja especializada capaz de ter seus preços sempre abaixo da maioria dos concorrentes por causa do seu alto volume de vendas e custo operacional baixo.

CAVALETE
Elemento de sinalização móvel, geralmente localizado na entrada do PDV.

C.D.
Centro de distribuição ou deposito central de uma rede. Veja Centro de distribuição.

CENTRAL DE COMPRAS
Um grupo formado por varejistas para mútua cooperação em compras conjuntas em melhores condições, tanto de mercadorias quanto de equipamentos. Planejam ofertas e propaganda e prestam inúmeros serviços aos associados. Também pode ser um atacadista que fornece produtos e serviços aos varejistas que a ele estão ligados de uma forma cooperativa.

CENTRAL DE RECUPERAÇÃO
Um departamento da central de distribuição que recebe das lojas produtos danificados ou impróprios para a venda. São eles processados, classificados e enviados para reembolso dos fornecedores, quando for o caso.

CENTRO COMERCIAL
Veja Shopping center.

CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
Um depósito de grandes proporções utilizado para receber, armazenar e distribuir produtos para lojas. Exerce as funções de concentração, equalização e distribuição. Pode ser de um fabricante, rede ou um prestador de serviços.

CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO FRIO
Um C.D. refrigerado para o armazenamento e distribuição de alimentos congelados ou refrigerados.

CESTO
Peça normalmente construída em metal para acondicionamento e exposição de produtos no PDV.

CHECK LIST
Documento com itens de verificação e acompanhamento detalhado de ações promocionais ou eventos.

CHECK OUT
Caixa registradora do supermercado. Um móvel de supermercado, já na saída da loja, onde a operadora de caixa trabalha e as transações finais dos clientes ocorrem. Nele registram a mercadoria, recebem e empacotam. Também conhecido como o Caixa. Veja Caixa rápido.

CHECK -STAND
Prateleiras ao lado da caixa registradora do supermercado. Móvel expositor localizado em frente ao checkout para expor produtos de margem alta e que geram altas vendas por impulso, como revistas, doces, lâminas de barbear, sorvetes entre outros.

CHEQUE PRÉ-DATADO
Um cheque para ser depositado em data posterior à data em que foi emitido e feita à compra.

CIRCULAÇÃO DE CLIENTES
Veja Fluxo dos clientes.

CLIENTE
É conhecido popularmente por freguês. É aquele que visita sua loja para fazer compras ou usufruir de algum serviço. É o tal que dizem ter sempre razão. Veja Consumidor.

CLUBE ATACADISTA
Uma grande loja de atacado e varejo, com cerca de 9.000 m2, em ambiente simples e despojado, que vende apenas para clientes associados (membros) que pagam uma taxa anual para tal. Esses podem ser tanto transformadores, pequenos comerciantes, escritórios como também consumidores finais. Opera alimentos e não alimentos com um sortimento limitado de produtos, cerca de 6.000 itens, mas com ótima variedade. A mercearia opera com embalagens institucionais e múltiplas. Seu apelo esta nos preços muito baixos.

CMV – Veja Custo da mercadoria vendida.

CÓDIGO DE BARRAS
Código internacional de identificação de produto. Contém informações sobre o país onde o produto é produzido, empresa fabricante e tipo de produto. Um código de identificação exclusivo para cada produto ou caixa usando barras verticais pretas e brancas. O código é lido por um scanner eletrônico nos checkouts ou por leitores manuais para pedidos ou controle de estoque. Em inglês é o UPC, Universal Product Code. É a base da tecnologia de automação comercial.

COLABORADORES
Nome, ultimamente utilizado, para referir-se a todos os empregados de uma empresa supermercadista.

COMBO STORE
Uma super loja de alimentos, com um mínimo de 4.000 m2 de área de venda, com forte participação de não alimentos acrescido de uma drogaria e farmácia combinadas (Combo) sob o mesmo teto. Conceito americano ainda sem uso no Brasil.

COMENDAS
Peça composta de fita em tecido nobre e medalha em bronze, prata ou ouro, utilizada para condecorar pessoas.

COMITÊ DE COMPRAS
Um grupo de funcionários que analisa e seleciona ofertas e promoções especiais e sazonais. Pode também contribuir para a reformulação do mix de produtos.

COMITÊ DE LINHA
Um grupo de gestores, que aprova o mix de produtos, autoriza a retirada ou introdução de produtos, formula campanhas de publicidade e merchandising e projeta o volume de vendas de novos produtos. Veja Conselho de clientes e Comitê de compras.

COMMODITIES
Principais produtos agrícolas, matérias-primas básicas ou com pequeno grau de industrialização, utilizadas para processamento de diversos produtos alimentícios. Não apresentam diferenciações por não possuírem valor agregado, marca de referência ou serviço que as diferenciem.

COMPACTADOR DE LIXO PRENSA DE PAPELÃO ????
Um equipamento usado para esmagar o lixo seco ou molhado. Às vezes encontrado em algumas lojas em duas unidades distintas: um compactador para papel e cartão e outro para todos os outros materiais. Veja Prensa de papelão.

COMPARE E ECONOMIZE
Propaganda em loja que, com um cartaz na sua entrada, compara seus preços aos de um concorrente. É mais utilizada pelos hipermercados, apesar de pouco ética.

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR
Um padrão observável do comportamento de um cliente durante o período de suas compras. Também como se comporta em resposta as ofertas e a forma de exposição de um produto.

COMPRA DIRETA
Um supermercado ou rede que coloca seus pedidos diretamente no fabricante e obtém melhores preços, pela inexistência de intermediário.

COMPRADOR
Um funcionário que responde por uma linha de produtos analisando, selecionando, montando um mix adequado e comprando. Geralmente responde pela compra, pelo estoque, pelo lucro da linha e é corresponsável pela venda.

COMPRADORES INSTITUCIONAIS
Hospitais, escolas restaurantes, indústrias e outras instituições que compram alimentos e suprimentos para seu consumo ou transformação, e não para revenda.

COMPRA IMPULSIVA
Ocorre quando o consumidor, levado por um súbito desejo, adquire um produto em que, conscientemente não pensara.

COMPRA PREMEDITADA
Ocorre quando o consumidor decide antecipadamente sobre o produto que quer comprar, a marca, o tamanho, o preço etc.

COMPRA SUGERIDA
Ocorre quando o consumidor decide a compra influenciado por terceiros como, por exemplo, comerciante, demonstradora, etc.

COMPRADOR MISTERIOSO
Visita surpresa por uma determinada pessoa contratada pela empresa fabricante ao local de venda, para checar se o vendedor está oferecendo o produto..

COMPRAS ANTECIPADAS
A prática varejista de fazer compras com antecedência para obter descontos especiais e garantir a data de entrega que lhe interessar. Normalmente usada para produtos sazonais ou para ofertas.

COMPRESSOR
Equipamento alimentado com gás comprimido que gera energia para os refrigeradores e as câmaras.

COMPROVANTE DE COMPRA
Evidência utilizada por um cliente para comprovar a compra de um produto, para troca, devolução, restituição ou por qualquer outro motivo.

COMUNICAÇÃO POR SATÉLITE
Um sistema de comunicação que utiliza satélites para transmitir dados e informações.

CONGELADOR
Uma área fechada de armazenagem que conserva os produtos congelados com temperatura inferior a 18 graus célsius.

CONGELADOR HORIZONTAL
Equipamento modular horizontal para expor produtos congelados na área de venda. Opera aberto, ocupando o espaço de uma gondola.

CONGELADOR PORTÁTIL
Uma unidade expositora de congelados de uso versátil. Pode estar em frente ao checkout como em um terminal de gôndola.

CONGELADOR VERTICAL
Utilizado para expor produtos congelados como sorvetes, verduras congeladas, pratos prontos ou semiprontos entre outros. Normalmente têm portas, podendo ter refrigeração própria individual ou utilizar a casa de máquinas da loja.

CONSELHO DE CLIENTES
Um grupo selecionado de consumidores que fornece informações sobre os serviços oferecidos pela loja e sobre produtos que estão em linha. Pode também ser aproveitado para outras finalidades de interesse da loja.

CONSIGNAÇÃO
Acordo de compra no qual o varejista recebe a mercadoria e só paga ao fornecedor aquelas que tiverem sido vendidas.

CONSUMIDOR
O usuário final de qualquer produto ou serviço. O freguês ou cliente é aquele que compra, e que também pode ser o consumidor. É o elo final da cadeia de distribuição de um produto: fabricação, distribuição, atacado, varejo e consumo final. Veja Cliente.

CONTABILIDADE E CONTROLES
Métodos e procedimentos de gestão financeira, que incluem inventário, orçamento, provisões, planejamento estratégico, controle de despesas, impostos, lucro direto do produto, entre outros.

CONTA CHAVE
Um atacadista ou varejista que é um dos principais clientes, em volume de faturamento, de um fabricante.

CONTAINER
Equipamento usado para armazenar bem como transportar produtos quentes ou frios para garantir que eles vão estar em boas condições quando chegarem à casa do cliente. Ver Cesto.

CONTAMINAÇÃO CRUZADA
A transferência de bactérias de um produto para outro por contato direto ou indireto.
CONTAS A PAGAR
O que o supermercado deve a seus fornecedores, por mercadorias, ativos e materiais de escritório comprados e recebidos, bem como por serviços prestados por terceiros a sua loja.

CONTAS A RECEBER
Dividas de clientes ou de fornecedores entre outras.

CONTROLE DE ESTOQUE
A gestão e quantificação do fluxo de mercadorias na loja.

COOPERATIVA
Associação de pessoas físicas ou jurídicas que se unem para satisfazer suas necessidades. Seu objetivo é econômico, é o de viabilizar os negócios de seus associados. Eles são os donos do patrimônio e os beneficiários dos lucroPor outro lado uma cooperativa de trabalho beneficia os próprios cooperantes, o mesmo em uma cooperativa de produção.

COOPERATIVA DE CONSUMO
Um grupo organizado que faz compras em conjunto para economizar, por comprar maiores quantidades e assim obter melhores preços. A cooperativa opera no mercado alimentício como uma corporação sem fins lucrativos e voltada à satisfação das necessidades de consumo dos cooperados, e às vezes ao público em geral. Veja Loja de cooperativa.

COPATROCÍNIO
Dois ou mais anunciantes que compartilham as despesas de publicidade em um programa de televisão, rádio ou qualquer mídia.

CORNER
Conjunto de elementos de apresentação de uma marca ou de uma linha de produtos formando uma mini-loja dentro do PDV.

COROA
Peça impressa a ser fixada na parte superior do expositor.

CORREIO ELETRÔNICO (E-MAIL)
Sistema de comunicação eletrônica através de um computador que permite ao usuário gerar e transmitir mensagens para outros locais, pessoas e endereços através da Internet.

CORTINA DE AR
Uma zona-tampão de ar entre salas de diferentes temperaturas em um armazém ou entre o interior e o exterior de uma loja.

CRÉDITO POR TRANSFERÊNCIA
A forma utilizada para creditar uma loja por mercadoria que ela transfere para outra da mesma rede.

CRIADOR DE TRÁFEGO
Um produto oferecido a baixo preço ou um display agressivo colocado em área de pouca circulação para atrair mais clientes para o local.

CRM (Consumer Relationship Management)
Gestão integral e personalizada pela empresa do relacionamento com seus clientes consumidores, através de database marketing, marketing direto, telemarketing, internet, call center, SAC, etc....

CROMADO
Acabamento final de proteção ou de decoração de um objeto metálico ou plástico à base de cromo.

CROMALIN, DU PONT ®
Prova obtida rapidamente por um processo fotográfico com depósito de pigmentos coloridos. Tecnologia e materiais exclusivos da Du Pont.

CROMALIN/MATCHPRINT/PRESMATCH/PRELO
Tipos de prova de cor de fotolito.

CROMO
Fotografia positiva e transparente.

CROSS DOCKING
Um processo que ocorre em um centro de distribuição quando o produto que chega, é imediatamente dividido pelos pedidos das lojas e já colocado em estrados ou estocado em área temporária. Os produtos são enviados as lojas sem terem entrado no estoque do centro de distribuição, próprio ou terceirizado.

CROSS MERCHANDISING
Ações promocionais realizadas por duas ou mais empresas, visando agregar valor às duas marcas / produtos, utilizando-se da força individual de cada uma, junto ao segmento objetivado. Essas marcas / produtos podem ser complementares, correlatas ou possuir alguma afinidade umas com as outras ( ex. : farinha de trigo e fermento, macarrão e molho de tomate).

CROSS PROMOÇÃO
Promoção com outros produtos / empresas.

CRUSTÁCEOS
São animais aquáticos como o camarão, ostra, mexilhão, caranguejo, lagosta, lula e polvo.

CRYOVAC
Um termo próprio e registrado para determinado material de embalagem a vácuo, que passou a ser usado como termo genérico, assim como o são os termos gillette, xerox, ou band-aid.

CUPOM
Peça distribuída aos consumidores, oferecendo vantagens (descontos, sorteios, brindes e outros) na aquisição de determinado produto.

CURRAL DE CARRINHOS
Um recinto fechado em três lados em um estacionamento de uma loja, para recolher carrinhos de compra usados pelos clientes e deixados no estacionamento.

CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC)
Método contábil que consiste na identificação, análise e alocação de custos aos processos da empresa, visando melhor gerenciar a lucratividade. É a metodologia que melhor permite uma efetiva mensuração dos custos e benefícios da implantação das estratégias ECR. Esta metodologia reduz sensivelmente as distorções do sistema tradicional de custeio.

CUSTO DA MERCADORIA VENDIDA (CMV)
O valor pago por uma empresa para as suas mercadorias vendidas em determinado período. O CMV é calculado somando o custo do estoque do início do período (EI) com o custo das mercadorias recebidas durante esse período (C) e subtraindo o custo do inventário (EF) no fim do período. Esta é a fórmula: CMV = EI + C – EF

CUSTO DE DISTRIBUIÇÃO
O termo se refere ao transporte, armazenamento e demais custos inerentes a entregar de um produto em uma loja. Podemos estar falando de um fabricante ou do custo interno de distribuição de uma rede.

CUSTO DE ESTAR
São os custos associados a um deposito ou loja como, aluguel, depreciação, amortização, manutenção enfim, todos aqueles que permitem a você se manter no imóvel.

CUSTO DE OPORTUNIDADE
O custo do capital empregado na compra e manutenção de ativos, inclusive o estoque, calculado como uma taxa de juros interna sobre o capital investido.

CUSTO DE OPORTUNIDADE DO CAPITAL
Uma taxa possível de retorno sobre uma melhor utilização do dinheiro investido por uma empresa. É aquilo que você pode deixar de ganhar em uma transação por escolher outra opção de investimento.

CUSTO DIRETO DE UM PRODUTO
Todos os custos de um produto, incluindo distribuição, transporte, manuseio e propaganda.

CUSTO FIXO
Um custo que não muda com a variação do nível de venda ou de produção. São despesas que existem independentes do nível dos negócios.
CUSTO MARGEM ZERO
O preço de venda de um produto, considerando todos os impostos e despesas diretas, que trará margem bruta zero para a loja.

CUSTO UNITÁRIO
É o preço de compra de uma unidade de produto. Ele inclui o preço de compra e todos os custos variáveis relacionados a ele inclusive impostos, além de uma taxa dos custos fixos.

CUSTO VARIÁVEL
Um custo que varia com a produção ou com o nível de venda. Falo da despesa de pessoal da loja, do custo de estocagem ou da despesa de embalagem.
D. A. RETAIL
Revista mensal espanhola dirigida ao público varejista em geral.

DATA DA EMBALAGEM
A data em que o produto foi feito ou embalado para venda.

DATA DE VALIDADE
Data carimbada ou impressa no rótulo dos produtos perecíveis e alimentares para indicar o último dia que ele pode ser vendido ou consumido. Na mesma noite ou no dia seguinte pela manhã deve ser retirado da área de venda.

DEGUSTAÇÃO
Programa de marketing usado na loja para estimular a venda de um produto. Mais usado na Padaria, F.L.V., e nos Frios e laticínios. O cliente é incentivado a provar os produtos a partir de uma bandeja com amostras. Veja Degustação do fabricante.

DEGUSTAÇÃO DO FABRICANTE
Oferecer uma amostra de um novo produto para ser provado pelos clientes, na área de vendas.

DEMONSTRAÇÃO
A promoção de produtos em uma loja com amostras para o cliente provar e explicações dadas sobre o produto por demonstradoras, com o objetivo de estimular a venda. Veja Promotor de venda.

DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS E PERDAS
Um demonstrativo contábil que especifica em detalhes as receitas, lucro bruto, despesas e lucro final de um departamento, loja, empresa ou outra unidade de negócio. Conhecido como D.L.P.

DEMONSTRADOR(A)
Profissional designado(a) para demonstrar os atributos do produto ao consumidor e impulsionar vendas.
DEPARTAMENTALIZAÇÃO
Forma racional de expor e dispor produtos e categorias de produtos nos equipamentos expositores. Ela pode ser macro em se falando de categorias e micro quando é definida a localização produto a produto

DEPARTAMENTALIZAÇÃO HORIZONTAL
Forma de expor horizontalmente na gôndola produtos similares, de mesmo subgrupo.

DEPARTAMENTALIZAÇÃO VERTICAL
A prática de merchandising de exibir todas as marcas de um subgrupo de produtos diretamente acima e abaixo do outro nas prateleiras da gôndola.

DEPARTAMENTO
Uma área física, mais ampla que uma seção, em uma loja de varejo para a exposição de uma abrangente categoria de produtos, tais como, mercearia, perecíveis, carnes e aves, frios e laticínios, padaria, têxtil entre outros. O termo é usado e se confunde, muitas vezes, com o termo seção. Veja Seção.

DEPARTAMENTO CENTRAL
É um termo para designar a mercearia que normalmente é localizada no centro da área de vendas. Veja Departamento.

DEPARTAMENTO CENTRAL DE COMPRAS
É o departamento de compras da sede da empresa, Aquele que determina as políticas de compra da companhia.

DEPARTAMENTO DE MARKETING
Departamento interno de uma empresa de varejo que faz pesquisas diversas e programa toda a atividade de marketing e os meios de comunicação com o público alvo.

DEPARTAMENTO DE SERVIÇO
Departamento ou seção da loja que, além da venda em autosserviço, tem balcão para atender aos pedidos dos clientes, como por exemplo, carne, peixaria, frios e laticínios, padaria e o departamento de eletrodomésticos. A mercearia e o bazar de um supermercado ou hipermercado são aqueles que operam exclusivamente em autosserviço.

DEPARTAMENTOS DE UM HIPERMERCADO
O normal é este formato de loja operar com cinco departamentos; mercearia, perecíveis, bazar, Eletroeletrônicos e têxtil. Cada um deles é composto de várias seções.

DEPARTAMENTO TERCEIRIZADO
Um departamento ou seção da loja que é cedido a um especialista e operado por ele. A loja recebe aluguel ou uma taxa sobre os negócios.

DEPÓSITO
Qualquer área coberta ou não, destinada a receber, estocar e enviar mercadoria a clientes mediante pedido. Veja Centro de distribuição.

DEPOSITO DA LOJA
Uma área adicional de armazenagem de produtos, para o rápido reabastecimento, quando necessário, da área de vendas.

DEPÓSITO DE PERECÍVEIS
É o depósito central que recebe, processa e distribui perecíveis para as lojas, pré-empacotados ou não.

DEPÓSITO DE TROCAS
Um lugar reservado onde a mercadoria danificada é guardada para possível troca ou devolução com o fornecedor. Veja Mercadorias danificadas.

DEPRECIAÇÃO
A redução do valor contábil de um ativo fixo de uma empresa ao longo de determinado período.

DESCANSO DA MASSA
Uma fase da fermentação durante o processo de preparação da massa em que ela descansa após o preparo e antes de assar.

DESCONTO
Incentivo do fabricante para a venda de um produto, por pagamento a vista ou antecipado, ou uma promoção para o varejista reduzir o preço na loja.

DESCONTO COMERCIAL
Um desconto feito na fatura a partir do preço normal do fabricante.

DESCONTO DE QUANTIDADE
Um preço especial dado pelo fabricante como desconto, com base na quantidade de caixas adquiridas em uma única ordem ou durante um determinado período de tempo.

DESCONTO PARA INVENDÁVEIS
Um subsídio dado pelo fornecedor para cobrir o montante previsto de produtos invendáveis. É uma antecipação da troca. Usado mais para produtos perecíveis. Veja Invendáveis.

DESCONTO PARA PROMOÇÃO
Um desconto oferecido pelos fabricantes para atacadistas e varejistas poderem reduzir o preço de venda, fazer propaganda ou algum tipo de promoção. Veja Verba de propaganda.

DESCRIÇÃO DE CARGO
Uma redação formal que explica e comunica as responsabilidades e as funções de um cargo. Ela especifica os deveres, as tarefas do cargo e os padrões pelos quais o trabalhador será avaliado.

DESPESA DE JUROS
O custo do dinheiro emprestado, incluindo todos os encargos de juros sobre a dívida de curto ou longo prazo.

DESPESA DIRETA
Uma despesa que esta associada diretamente a uma loja, departamento ou segmento da operação.

DESPESA FIXA
O valor de despesas que não mudam, independentemente das oscilações nas vendas ou na produtividade, tais como seguro e aluguel fixo.

DESPESA VARIÁVEL
Uma despesa ou custo que acompanha para cima ou para baixo as oscilações do volume de vendas, como por exemplo; impostos, parte do pessoal ligado às vendas, embalagens e comissões.

DESPESAS
Despesas gerais de uma loja, que incluem salários, suprimentos, embalagens, publicidade, depreciação e manutenção entre outras.

DESPESAS CONTROLÁVEIS
São aquelas despesas que, estando sob o controle do gerente da loja, podem ser por ele administradas e quando necessário for serem reduzidas tais como: salários, perdas, quebras, energia etc.

DESPESAS OPERACIONAIS
Os custos ou despesas de operação de uma loja ou negócio.

DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA
Mercadoria invendável, danificada ou defeituosa enviada, por uma loja, para um fornecedor ou distribuidor para ser ela creditada ou reembolsada.

DIAGRAMA DE CIRCULAÇÃO
Uma representação gráfica do caminho percorrido por uma amostragem de clientes durante sua permanência na loja. Veja Fluxo de clientes.

DIGITALIZAR
Veja Escanear.

DIGITAR E EMPACOTAR
Técnica usada em algumas lojas cujos operadores de caixa digitam as mercadorias e vão empacotando ao mesmo tempo.

DIRETOR REGIONAL
Responsável maior por toda uma área geografia e suas lojas, escritório e depósitos em todos os aspectos operacionais e comerciais. Veja Supervisor de loja.

DISPENSER
Sistema que coloca em primeiro plano o produto, por meios mecânicos ou por gravidade, podendo ser adaptado a uma prateleira.

DISPLAY
Qualquer elemento destinado a promover, apresentar, expor, demonstrar e ajudar a vender o produto ou serviço, podendo ser colocado diretamente no solo, vitrine, balcão e gôndola.

DISPLAY ÁRVORE
Uma unidade de display independente com um poste central e ganchos ou prateleiras que se assemelha a uma árvore.

DISPLAY DE CORREDOR
Uma exposição isolada e suplementar de um produto feita nos corredores mais largos da loja para a venda extra de produtos. Os produtos podem ser empilhados no chão ou colocados sobre mesas, em containers ou qualquer equipamento expositor.

DISPLAY DE CROSS:
Display de apoio para ser colocado nas gôndolas de produtos complementares.

DISPLAY EXTRA
Uma exposição promocional de um item, em loja varejista, em adição a sua exposição regular em uma gôndola.

DISPLAY MACIÇO
Enorme quantidade de produtos expostos a granel, em cestas, ou em contentores. Veja Exposição em massa.

DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA
Envio de determinada quantidade de produtos para as lojas, por decisão da sede, independente do interesse ou pedido delas. Feita em épocas ou momentos especiais.

DISTRIBUIÇÃO FÍSICA
Todo o processo de planejamento, armazenagem, pedido e expedição de produtos através da cadeia de abastecimento.

DISTRIBUIÇÃO HOJE
Revista mensal portuguesa especializada na produção e distribuição varejista.

DISTRIBUIÇÃO LIMITADA
Proposta de introdução de um novo produto de marca nacional, mas só em uma área geográfica específica.

DISTRIBUIDOR
O intermediário que abastece com produtos os supermercados, através de um centro de distribuição. Pode ser exclusivo de um fabricante ou não.

DISTRIBUIDOR ATACADISTA
Uma empresa que armazena, entrega e vende produtos de especialidade a um varejista. Pode ser exclusivo de um fabricante ou não.

DLP
Demonstrativo de Lucros e Perdas.

DOCA
Uma área na loja ou deposito para receber, conferir, carregar ou descarregar mercadorias.

DOIS POR UM
Promoção em que dois produtos são exibidos juntos e você ao pagar um, leva o outro de graça.

DOOR-TO-DOOR:
1 – Distribuição de folheto ou amostra grátis de porta em porta. 2) canal de vendas de grande importância para algumas empresas.

DOOR-TO-DOOR SAMPLING
Distribuição de amostras de produto para experimentação de porta em porta, através do trabalho de equipes especializadas.

DOWN THE TRADE
Lojas de pequeno varejo.

DRUGSTORE
No conceito americano é uma loja em autosserviço que vende não alimentos em geral, produtos de higiene, saúde e beleza, remédios que não exijam receita médica (OTC) e opera uma farmácia para medicamentos que necessitam de receita.

DUN 14
Referência para o código de barras para as caixas de embarque.

DURATRANS KODAK®
Filme de poliéster translúcido, produzido por processo fotográfico, utilizado para impressão de mensagens e/ou imagens em back lights. Tecnologia e materiais exclusivos da Kodak.
EAN 13
Referência do código de barras para o produto.

EBIT
Lucro antes dos juros, taxas e impostos. É um indicador de desempenho. Pode também ser chamado de “resultado operacional”, “RAJI”, ou "lucro operacional".

EBITDA
É a sigla em inglês para "Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization". Em português, seria "Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização".

ECR
"Efficient Consumer Response" ( resposta eficiente ao consumidor ): forma de relação de negócio geralmente adotada entre a indústria e o varejo objetivando atender da forma mais eficiente possível as necessidades do consumidor.

EDI
"Electronic Data Interchange" ( troca eletrônica de dados ) : sistema de troca de dados eltrônicos entre indústria e varejo. O sistema é alimentado automaticamente por todos os movimentos das mercadorias na relação entre os dois, possibilitando uma resposta mais rápida, rentável e eficiente no processo de abastecimento de uma loja ou grupo de lojas.

EMBALAGEM A VÁCUO
Um processo de embalagem no qual o ar é removido de um pacote antes de ser selado. Aumenta o tempo de vida do produto.

EMBALAGEM COM ATMOSFERA MODIFICADA
Uma técnica de embalar que utiliza um fluxo de gás para reduzir o oxigénio e maximizar a vida útil de um produto. É muito utilizada com carnes vermelhas, frango, queijos fatiados entre outros.

EMBALAGEM DE FÁBRICA
Caixa padrão do fabricante, normalmente de papelão, utilizada por ele para a remessa de seus produtos com uma quantidade pré-estabelecida.

EMBALAGEM DISPLAY
Embalagem de transporte que também funciona como display no PDV.

EMBALAGEM ECONÔMICA
Criada para consumo em grande quantidade. Normalmente o benefício de redução de custo é repassado ao consumidor.

EMBALAGEM INSTITUCIONAL
Embalagens maiores em lata, garrafa ou pacote de produtos alimentares, a preços mais atraentes para os transformadores como, restaurantes, bares, lanchonetes etc.

EMBALAGEM MÚLTIPLA
Um pacote com vários produtos iguais, o mesmo código de barras e preços normais ou do tipo três por R$ 1,00.

EMBALAGEM PROMOCIONAL
Embalagem produzida para utilização específica numa determinada promoção (datas comemorativas, "leve 3 pague 2", inclusão de brindes e bônus em volume).

EM FALTA
Um produto temporariamente indisponível em uma loja para a venda, por ter sido muito vendido ou por atraso na entrega pelo fornecedor.

EM FALTA NO DEPOSITO
Um produto pedido por uma loja, mas não enviado pelo depósito por falta no estoque. Deverá ser novamente pedido, caso a empresa não tenha sistema de envio automático em caso de falta.

EMPACOTADOR
Funcionário que ajuda a empacotar as compras de um cliente no checkout, além de poder levar as compras até o seu carro.

EMPACOTAMENTO
Processo adequado de empacotar as compras do cliente em sacolas retornáveis, sacos recicláveis ou de papel.

EMPASTAR
Colar uma folha em suporte mais rígido ou ondulado.

ENCARTE
1. Folheto publicitário largamente utilizado por redes varejistas, para divulgar produtos de sua linha, que geralmente são promocionados. 2. Material acrescido a uma publicação, que não faz parte e não foi impresso junto com a mesma, que tem identidade visual própria e linha de comunicação específica.

ENCERAR
Aplicação de uma cera comestível em algumas frutas e legumes para ajudar a manter uma aparência fresca, brilhante e para preservar a qualidade do produto.

ENTRADA DIRETA NA LOJA (ED)
Produtos entregues pelo fornecedor, diretamente em uma loja, tais como produtos lácteos, refrigerantes, cerveja, pão fresco, produtos de panificação, salgadinhos e tantos outros desnecessários de irem para uma central de distribuição. Veja Produto de depósito.

ENTREGA EM DOMICÍLIO
Serviço de entrega de uma compra na casa do cliente. Pode ser feito graciosamente pela loja ou por terceiros a um determinado preço.

ENTRA E SAI (IN AND OUT)
São produtos comprados para uma campanha de vendas ou aproveitando uma barganha ou sazonalidade e que não fazem parte da linha regular da loja. Ao serem vendidos não serão repostos.

ENVERNIZADO
Proteção de suporte impresso por diversos tipos de vernizes.

EPÓXI (Pintura)
Resina em pó aplicada eletrostaticamente sobre metal, resistente a choques e batidas.

EQUIPAMENTOS
Gôndolas, prateleiras, displays, balcões frigoríficos, tudo que mobília uma loja e é destinado à exposição de mercadorias.

ESCALA DE REVEZAMENTO
Um programa que distribui os horários de trabalho semanais para os funcionários de uma loja.

ESCANEAR
É o uso de um leitor ótico a laser para ler o código de barras de um produto. Usado quase universalmente nos checkouts.

ESCÂNER
Do inglês scanner é um aparelho que registra e grava eletronicamente a descrição e o preço de venda de um produto através da leitura, com um laser, de seu código de barras (UPC). Veja Código de barras.

ESCRITÓRIO CENTRAL
É a sede de uma empresa, de onde emanam as decisões maiores. Os departamentos corporativos de contabilidade, contas a pagar, recursos humanos, compras, de apoio entre outros, estão lá centralizados no escritório.

E.S.M. - European Supermarket Magazine
Revista irlandesa voltada para todo o mercado alimentício europeu.

ESPAÇO DE GÔNDOLA
A área de exposição em uma gôndola destinada a uma categoria de produtos ou a um produto dentro dessa categoria.

ESPAÇO PRIMÁRIO OU PONTO PERMANENTE OU PONTO NATURAL
Local onde o produto é exposto de forma permanente, junto à outros, da mesma categoria, nas prateleiras de gôndolas.

ESTOQUE
Toda a mercadoria armazenada e exposta em uma loja ou um centro de distribuição.

ESTOQUE CORRETO
A quantidade e mix de produtos correta que um varejista precisa ter para atender o seu volume de vendas e as características de seu público alvo.

ESTOQUE DE RETAGUARDA
Produtos armazenados no deposito e nas câmaras da loja com volume suficiente para reabastecer a área de venda até a próxima entrega. Também conhecido como estoque de segurança.

ESTOQUE DO DEPÓSITO
A quantidade de um item disponível no centro de distribuição.

ESTOQUE NORMAL
Estoque necessário e suficiente para manter a loja em condições normais de venda.

ESTOQUE PROJETADO
Uma estimativa do estoque futuro considerando o ultima inventário físico, todas as entradas e pedidos de mercadorias do período e as vendas realizadas no mesmo período. Os cálculos podem ser feitos a preços de custo e venda.

ETIQUETA ANTIFURTO
Sistema eletrônico de prevenção de perdas que sinaliza na saída da loja, quando um produto não foi pago no caixa, pela não desativação dessa etiqueta. Usado em itens mais caros e aqueles com mais probabilidade de serem roubados.

ETIQUETA DE PRATELEIRA
Uma etiqueta eletrônica ou não, colocada a
frente da exposição de um produto na prateleira, com o seu código, nome e preço de venda.

ETIQUETA DE PREÇO
Etiqueta utilizada para precificar qualquer tipo de
produto em qualquer loja de varejo. Veja Etiqueta de prateleira.

ETIQUETA DESCRITIVA
Uma etiqueta indicando o nome do produto, o preço por quilo, o preço total, a data de validade, entre outras informações. Necessária em embalagens de perecíveis vendidos por quilo.

ETIQUETA ELETRÔNICA
Pequeno display eletrônico de cristal líquido (LCD) que mostra o preço do produto na gôndola. O preço é atualizado a partir de uma central, por radio frequência simultaneamente nas caixas e gôndolas.

EXIBIÇÃO CONTROLADA
É a distribuição dos produtos nas gôndolas e/ou displays, observando-se os volumes de vendas e o público a que se destinam, com a finalidade de ter espaços abastecidos de maneira rentável e padronizada.

EXPOSIÇÃO EM CAIXA
Um método de merchandising e exposição de produtos que utiliza a própria caixa na área de vendas. A parte superior dela e uma parte da frente são cortadas para a exposição e acesso aos produtos pelo consumidor. Prática comum nas Lojas de sortimento limitado.

EXPOSIÇÃO EM MASSA
Um amplo display de um produto exposto em grande quantidade. Usado para criar uma impressão de abundância e valor. Veja Display maciço.

EXPOSITOR ADICIONAL
Um anexo de equipamento utilizado para modificar a exposição padrão da mercadoria tornando-a mais chamativa. Quebra a monotonia da prateleira da gôndola ou outro expositor.

EXTENSOR
Pequena prateleira, um cesto ou mesa usado junto a um equipamento expositor permanente para aumentar o espaço de exposição de um produto. Veja Orelha.

EXTENSOR DE PRATELEIRA
Veja Orelha.

EXTRUSÃO
Sistema de fabricação de perfis metálicos ou plásticos.
FACA
Dispositivo de madeira com lâminas de aço que cortam e vincam, para moldar papel, papelão e outros suportes.

FACING
Forma de apresentação de produtos na primeira fila do expositor.
FAIXA DE GÔNDOLA
Peça produzida em diversos materiais para ser colocada na parte frontal das prateleiras das gôndolas, servindo como delimitador de espaço dos produtos e/ou como aparador das embalagens, podendo conter mensagens e/ou imagens.

FAIXA DE RUA
Mensagem e/ou imagem, impressa ou pintada em tecido ou plástico colocado nas ruas ou fachadas de prédios.

FALADOR
Qualquer tipo de cartazete colocado ao lado de um produto para chamar a atenção do cliente e promover a sua venda.

FALTA PROPOSITAL
Técnica de merchandising em que espaços são deixados em uma prateleira para dar a impressão de que a demanda de um produto é grande.

FARMÁCIA
Cada vez mais os supermercados estão agregando uma farmácia a sua loja. Vendem nela medicamentos com receita e os que não necessitam, além de produtos de higiene e beleza comercializados também no supermercado. Veja OTC.

FAZER FRENTE
Puxar produtos do fundo da prateleira da gôndola para completar a frente de exposição do mesmo. A loja fica com o aspecto de bem abastecida e facilita a compra do cliente.

FERMENTAÇÃO
A quebra de compostos orgânicos causada por um agente de fermentação, como o efeito da levedura sobre a farinha.

FERMENTO
Um produto tal como a levedura, utilizado para produzir fermentação em uma massa e fazê-la crescer e ficar leve e macia.

FILMLESS
Sistema de impressão digital que dispensa o fotolito.

F.I.F.O. - "First in - First out"
É a técnica de expor na frente da gôndola o produto de fabricação mais antiga e atrás o de fabricação mais recente. Esta técnica é conhecida como Rodízio e também pela sigla P.E.P.S.-"Primeiro que entra, primeiro que sai". Esta técnica também é utilizada para área de estocagem de produtos.

FLÂMULA SIMPLES
Bandeirola fixada em haste vertical.

FLEXOGRAFIA
Processo de impressão que utiliza clichês flexíveis e tintas líquidas.

FLOCADO
Projeção de fibras sobre uma superfície adesivada.

FLUXO DE CAIXA
O aumento ou a diminuição dos recursos de caixa, através das entradas de vendas entre outras e das saídas para pagamento de despesas, fornecedores ou investimentos. Geralmente refere-se a um período de tempo, podendo também estar ligado a um projeto específico.

FLUXO DE LOJA
É o caminho percorrido pelo consumidor dentro da loja.

FLUXO DOS CLIENTES
É o caminho percorrido pelos clientes enquanto fazem suas compras em uma loja. Um gráfico ou diagrama feito com uma amostragem de clientes pode mostrar os pontos fortes e fracos do leiaute, aqueles que influenciam na venda ou não dos produtos. Com ele você descobre os pontos mortos (sem tráfego) da área de vendas. Veja Caminho percorrido.

FOLDER
Folheto impresso em uma única lâmina, geralmente encartado em pastas.

FLV
Frutas, legumes e verduras. É o departamento ou seção de Frutas Legumes e Verduras de um supermercado.

FOLHETO PROMOCIONAL
Material impresso destinado a promoção de produto ou serviço.

FOOD MARKETING INSTITUTE (FMI)
Associação americana internacional de varejistas e atacadistas alimentícios com programas, de apoio aos associados, de educação, pesquisas técnicas, e relações com órgãos públicos.

FORA DE LINHA
Quando um produto é retirado da linha de produtos de uma loja. Produto descontinuado. Um item que uma loja não tem mais permissão para comercializar.

FORMATOS DE LOJA
São os diversos tipos de lojas varejistas com foco e características próprias de comercialização, classificadas de acordo com sua proposta, objetivo, layout, tamanho, serviços, preços, volume de vendas e linha tais como: loja de conveniência, supermercado, loja de proximidade ou um hipermercado. Veja última parte deste livro ou www.ascarassociados.com.br para mais detalhes.

FORMULÁRIO DE PEDIDOS
Uma relação (impressa ou eletrônica) dos produtos em linha na empresa, a serem pedidos ao deposito central, a terceiros ou como pedido de entrada direta.

FORNECEDOR
Um termo genérico para atacadistas, fabricantes, depósitos ou distribuidores, enfim todos que são abastecedores de um supermercado ou loja.

FORNECEDOR SECUNDÁRIO
Um fabricante ou intermediário que fornece poucos itens com um baixo volume de compras por parte da loja.

FORNO DE MICRO-ONDAS
Um forno que cozinha os alimentos rapidamente, utilizando o processo de cozimento por micro-ondas.

FOTOLITO
Lâmina obtida a partir de seleção fotográfica sobre película sensível a luz, para ser utilizado na produção da matriz de impressão.

FRANQUIA
Um contrato de cessão de uma marca, um serviço, o método de operação e os procedimentos. Há diversos tipos de franquia em operação na área de alimentação.

FRENTE
O número de unidades de um produto colocado na largura da gôndola, de frente para o cliente.

FRENTE DE CAIXA
A área da loja destinada aos checkouts, o último atendimento ao cliente e ao empacotamento. Pode incluir um balcão de informações, de atendimento, balcão de venda de produtos especiais e até algumas pequenas lojas.

FRETE PAGO
Uma despesa de transporte adicional ao preço de compra de um produto.

FRIOS E LATICÍNIOS
É a seção que comercializa derivados de leite e toda a linha de frios.

FRONT LIGHT
Peça que apresenta mensagem e/ou imagem com iluminação externa frontal.

FRUTAS E VERDURAS

Veja F.L.V.

FUNDO FALSO
Uma base falsa para a exposição de produtos, que traz uma aparência de haver grande quantidade de produtos expostos.
GAIOLA
Área de segurança fechada usada para armazenar produtos selecionados.

GALVANOPLASTIA
Processo que permite aplicar um depósito de sais metálicos, liberado por eletrólise, sobre objetos que se deseja cobrir (prata, cromo, latão etc.).

GANCHEIRA
Expositor especial para colocação de produtos em blister ou saquinhos.

GARANTIA REAL
É quando o próprio devedor ou alguém por ele designado, destina todo ou parte do seu patrimõnio para assegurar o cumprimento de uma obrigação contraída.

GARGALEIRA
Elemento de promoção colocado nas embalagenss que têm formato de garrafa.

GATEWAY
Sistema de computador usado em uma loja para transmitir pedidos e solicitações ao Escritório e ao C.D. bem como, receber alterações de preços, ordens e orientações deles.

GELADEIRA
Uma unidade de exposição refrigerada ou congelada para produtos perecíveis, como laticínios ou sorvetes.

GENÉRICO
Produto vendido sem marca por um supermercado. A embalagem é simples com apenas uma descrição do produto. A qualidade é compatível e o valor agregado baixo. O seu principal diferencial é o preço.

GERADOR
Com a falta de luz este motor é projetado para fazer funcionar as caixas registradoras e uma iluminação de emergência. A unidade é, normalmente, alimentada a óleo diesel.

GERENCIAMENTO DE CATEGORIA
Ação cooperada entre indústria e varejo, no intuito de melhor em atender uma determinada categoria de produto, passando pelos hábitos de consumo dos consumidores e visando otimizar a rentabilidade da categoria como um todo para a loja. A relação se dá baseada numa mútua confiança do varejo com a indústria, que normalmente elege o líder de cada categoria como " capitão" desta, que tem o objetivo de efetuar os estudos necessários para se atingir objetivos traçados.

GERENCIAMENTO DE ESPAÇO
Processo que procura determinar e gerir a alocação de espaço nas prateleiras, balcões e expositores para os produtos, com base no volume de vendas, no giro e na sua rentabilidade. Veja Alocação de espaço e Planograma.

GERENCIAMENTO POR CATEGORIAS
É um processo de parceria entre varejista e fornecedor que consiste em definir categorias de produtos (ex: matinais, beleza, limpeza) e gerenciá-las como se fossem unidades estratégicas de negócios. Agrega valor ao consumidor final, trás mais vendas e lucratividade com significativas reduções nos custos.

GERENTE DE CATEGORIA
Uma pessoa responsável por um grupo de produtos similares que analisa as marcas e o mix em linha, os níveis de estoque, movimentação, alocação de espaço nas prateleiras, promoções, compra e rentabilidade dessa categoria de produtos.

GERENTE DE LOJA
A pessoa responsável pelas operações diárias (o dia a dia) de uma loja de varejo. Contrata e supervisiona os funcionários, supervisiona o merchandising e o atendimento ao cliente, a limpeza e arrumação e busca o cumprimento das metas de venda e lucro. Também chamado de diretor de loja quando responde por uma loja de grandes dimensões.

GERENTE DISTRITAL
Veja Supervisor de loja.

GESTÃO DE MARCAS
Veja Branding.

GESTÃO DESCENTRALIZADA
É aquela que transfere da sede para o gestor de uma loja toda a responsabilidade sobre a linha, política de preços, pela manutenção, ofertas, despesas etc., sendo dele cobrada a rentabilidade da loja e as vendas, previamente acordadas com seu superior.

GIFT-PACK
Embalagem contendo brinde acoplado anexado ao produto sem custo adicional para o consumidor.

GIRO
Termo utilizado para medir o tempo de entrada e saída de um produto do estoque ou gôndola.

GÔNDOLA
Prateleiras utilizadas para exposição de produtos no PDV.

GÔNDOLA STOPPER
União de uma régua ou canaleta com o Stopper.

GRIFFE
1. Marca forte, de peso, já sedimentada no mercado. 2. Marca de alta qualidade, prestígio e sofisticação.

GROSA
Uma unidade de medida para produtos embalados. Uma grosa corresponde a 144 unidades ou 12 dúzias.

GRP (GROSS RATING POINT)
Termo da área da mídia que significa o equivalente a 1% da audiência do universo de telespectadores ou leitores; mas é utilizado para definir a somatória de audiência de comerciais ou anúncios que compõem a campanha (200 GPRs, por exemplo).

GUALHARDETE
Peça feita em polietileno ou PVC com gravação em silk ou flexografia, deslocada da barra horizontal superior e similar à flâmula.

GUERRA DE PREÇOS
Uma disputa entre varejistas, unicamente competindo em preços. Nela cada um tenta provar que é o mais barato.
HÁBITOS DE COMPRA
Um perfil dos hábitos e padrões de compra dos consumidores, conhecido a partir da analise de pesquisas especificas.

HELIOGRAFIA
Qualquer processo de decalque fotográfico de textos e desenhos a traço.

HIGIENE E BELEZA
Produtos destinados aos cuidados e a higiene pessoal como cosméticos, desodorante, creme de barba etc.

HIPERMERCADO
Formato que surgiu na França em 1963 pelo Carrefour e chegou ao Brasil em 1971 pelas mãos do Pão de Açúcar. Opera com cinco departamentos: mercearia, perecíveis, têxtil, bazar e eletroeletrônicos. As lojas têm hoje em media 8.000 m2 de área de vendas, sendo cerca de metade destinado a produtos alimentícios. Junto com o Supercenter, é o formato com a maior variedade de produtos em linha. Veja Supercenter.

HOME PAGE
A entrada principal para o site de uma empresa.

HORTIFRÚTI
Varejista que concentra a sua linha de produtos em frutas, legumes e verduras. Opera também com outras seções de perecíveis e uma pequena linha de mercearia. Também se refere a uma seção de um supermercado.

HOTSTAMPING
Processo de transferência de uma lâmina para uma superfície por meio de calor.
ILHA
Exposição de produtos permitindo acesso por todos os lados.

IMAGEM DA LOJA
A impressão que fica no cliente de uma loja de varejo, ao ele interagir com ela, seus funcionários, sua propaganda, seu nível de serviços, seu marketing enfim, com ela como um todo. É como os clientes enxergam a loja.

IMAGEM DA MARCA
A visão dos consumidores sobre a qualidade, valor e gosto de um produto.

IMANTADOS
Também conhecidos como ímãs de geladeira. Produzidos com material magnético flexível, podendo ser impresso e recortado.

IMPACTO
Uma medição da reação dos clientes ao merchandising e a propaganda de uma loja.

IMPRESSÃO CONTÍNUA (Rotativa)
Impressão utilizando um suporte em bobina sobre máquina rotativa.

IMPRESSÃO ELETROSTÁTICA
Sistema de impressão que fixa a tinta por estática elétrica.

INBOUND
O caminho percorrido pelos clientes desde que entram em uma loja até a sua chegada ao checkout. Permite conhecer os “pontos mortos” da loja, aqueles com baixa circulação de clientes.

ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE
Medidas ou índices usados para comparar a produtividade de uma loja ou empresa com o mercado. Os mais comuns no Brasil são, venda por metro quadrado, por checkout, por número de funcionários e número de funcionários por 100 m².

INDOOR
Atividades realizadas dentro de estabelecimentos, locais fechados.

INFLÁVEL
Peça feita em material plástico flexível e hermético, que deve ser enchido de ar e tem impressas ou pintadas mensagens e/ou imagens.

INFLÁVEL GIGANTE
Objeto de grandes proporções feito de material emborrachado ou nylon, com alimentação contínua de ar através de um motor.

INJEÇÃO
Introdução, sob pressão elevada, de matéria plástica fluidificada por calor dentro de um molde fechado.

IN-PACK OFFER OU PACK IN
Oferta de brinde colocado dentro da embalagem de produto promocionado..

INSTANT CUPON MACHINE
"Máquina de cuponagem instantânea". Stopper com sistema de distribuição de cupons, colocado ao lado do produto na gôndola para chamar a atenção do consumidor para as promoções e lançamentos, entre outras ações.

IN-STORE
Trabalho realizado dentro de lojas ou supermercados com promotores.

INTERMEDIÁRIO
Qualquer pessoa ou empresa que esta no meio de um processo de compra ou no fluxo dos produtos do fabricante aos clientes finais.

INTERNET
Rede mundial de computadores. O sistema permite enviar e receber mensagens, realizar pesquisas, acessar órgãos públicos, bancos, etc. bem como fazer propaganda de produtos e serviços.

INTRANET
Uma rede interna de computadores para facilitar a comunicação entre os funcionários de uma empresa

INVENDÁVEIS
Produtos sem condições de venda, por estarem danificados, vencidos ou estragados. Veja Desconto para invendáveis.

INVENTÁRIO DE MERCADORIAS
A relação de todos os produtos existentes na loja num determinado momento, bem como a sua avaliação a preço de custo e venda. Uma análise desse inventário trás informações valiosas sobre perdas, nível de estoque, giro, qualidade do estoque e desempenho da gerencia e equipe. Deve ser feito, no mínimo, uma vez por ano.

INVENTÁRIO ESTIMADO
Um método de inventário físico utilizado para estimar o valor total do estoque de uma loja. A quantidade do produto é multiplicada pelo preço de venda. A margem de lucro bruto estimada é subtraída desse valor para obter uma estimativa do valor a custo do estoque.

INVENTÁRIO FÍSICO
A contagem do estoque físico de uma loja, ou empresa, em determinado dia e avaliado por unidade, a preço de custo e preço de venda.

INVENTÁRIO GERENCIADO PELO FORNECEDOR
A gestão e controle do seu inventário são feitos pelo fornecedor, incluindo previsão de vendas, ajustes, pedidos de reposição, automáticos e entregas. Veja Reposição contínua.

ITENS BÁSICOS
Aqueles necessários para o dia a dia dos clientes. São produtos que os clientes esperam sempre encontrar em seu supermercado.

ITENS COMBINADOS
Produtos consumidos ou utilizados em conjunto, e que podem ser expostos juntos. É o caso de massa com queijo ralado, vinho e queijo, morango e creme de leite entre outros. Veja Venda e exposição cruzada.

ITENS LUCRATIVOS
Produtos que têm uma alta margem de lucro. Displays criativos, e melhor exposição na gondola trazem lucros acima da media para a loja. Veja Oportunidade de lucro.

ITENS POR HORA
Uma quantidade média de itens registrados ou escaneados por uma operadora de caixa durante uma hora.
JALECO
Peça fabricada em tecido, utilizada como uniforme ou como protetor (guarda-pó).
JORNAL INTERNO
Jornal ou revista feito, exclusivamente, para os funcionários de uma empresa.

JUST-IN-TIME (JIT)
Um sistema de controle de estoque que abastece uma loja assim que o nível de estoque necessita de reabastecimento. A sua meta final é a minimização do nível de estoque.
KEY ACCOUNT
Vendedor especializado, formado para administrar grandes clientes, de modo a maximizar o desempenho de vendas.

KEY PLAYER
Parceiro de negócios importante para o “business” da companhia..

KOSHER
Produtos elaborados em conformidade com os costumes judaicos sob a orientação de um rabino.
LADRÃO DE LOJA
Pessoa que rouba mercadoria de uma loja, enquanto compra ou finge que está comprando.

LAMINAÇÃO
Plastificação.

LAY-OUT
Exposição de idéias e esquemas através de imagens impressas.

LAYOUT DE LOJA
É a disposição e o aproveitamento do espaço físico de um supermercado com suas seções, frente de caixa, bem como com a localização dos equipamentos nos respectivos departamentos.

LEALDADE DO CONSUMIDOR
O grau em que um cliente compra, repetidamente, em uma loja, a maioria das suas necessidades alimentícias. Determina qual é a sua primeira opção de loja.

LEASE-BACK
Um processo de financiamento de um prédio, em seguida, vendê-lo para outra empresa e pagar aluguel.

LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS
Um terminal de computador ótico utilizado para identificar produtos pela leitura de seu código de barras. Veja Leitor de mão.
LEITOR DE MÃO
Um leitor ótico portátil de código de barras usado para várias operações no interior da loja, tais como; verificação de preços, pedidos, inventários etc.

LETREIRO
Denominação nominal ou simbólica de uma marca comercial afixada na parte externa do PDV.

LETREIRO ANIMADO
Letreiro equipado com dispositivos mecânicos, elétricos ou eletrônicos que permitem movimentar a mensagem ou apresentação.

LINHA AUTORIZADA
Lista de fornecedores e produtos aprovados pela empresa para serem comercializados em suas lojas. Veja Produtos em linha.

LINHA DE CRÉDITO
O limite máximo de dinheiro que uma empresa pode pedir emprestado para um banco.

LINHA DE PRODUTOS
Veja Linha autorizada.

LINHA LEVE
A classificação de mercadorias das seções de vestuário, cama, meias, roupa, sapatos, etc. Veja Departamentos de um hipermercado.

LINHA PESADA
Normalmente se refere às mercadorias do departamento de eletrodomésticos. Parte dela pode ser chamada de linha branca.

LISTA DE PREÇOS
A relação de produtos e preços que um fornecedor ou atacadista esta oferecendo ao mercado.

LOGÍSTICA
Atividades associadas à aquisição, armazenamento e transporte de mercadorias.

LOJA ASSOCIADA
Um varejista independente que faz compras de produtos e serviços de uma cooperativa, de um atacadista ou de uma central de compras.

LOJA DE ALIMENTAÇÃO
Qualquer operação de varejo que vende produtos alimentícios.

LOJA DE COOPERATIVA
Uma loja de alimentos ligada a uma cooperativa de consumo e operada por um associado. É diferente de um supermercado, pois o cliente é também um dos donos da loja, como cooperado, e interessado também nos seus resultados. Veja Cooperativa de consumo.

LOJA DE CONVENIÊNCIA
Uma pequena loja de alimentação, de 50 a 200 metros quadrados de área de vendas, com área de “fast food”. Loja localizada convenientemente em postos de gasolina ou áreas de fácil acesso. A variedade é limitada a produtos emergenciais com preços mais caros que nos supermercados.

LOJA DEPÓSITO
Loja fisicamente despojada que vende alimentos e combina uma baixa margem com variedade reduzida (mas com todas as seções), baixo nível de serviços, baixo investimento, exposição de produtos simples e um foco agressivo em preço baixo. Geralmente sem serviços especializados. Este formato atrai clientes sensíveis a preço. Veja Atacado em autosserviço misto.

LOJA DE PROXIMIDADE
São as diversas lojas pequenas de alimentação e convenientes pela sua localização. Veja Supermercado de proximidade.

LOJA DE SERVIÇOS
Loja de varejo que oferece muito serviço de atendimento aos clientes, nas diversas seções de perecíveis.

LOJA DE SORTIMENTO LIMITADO
Loja de alimentos limitada no seu tamanho, nos serviços, nos equipamentos e no sortimento (variedade de marcas) apesar de ter boa variedade de produtos. O objetivo é reduzir custos operacionais e vender produtos aos preços mais baixos possíveis. Também conhecida como, Hard Discount ou no-frills store. Deve ter em sua linha muita marca própria. Veja Supermercado Econômico.

LOJA DE TESTE
A loja usada para testar a aceitação de um produto, de uma nova seção, de nova técnica de exposição e venda enfim, de tudo o que se quer inovar e necessita de experimentação. Veja Loja piloto.

LOJA DE VARIEDADE
Lojas que trabalham com uma linha diversificada de produtos, alimentício e não alimentício, geralmente com preços baixos de venda. As mais conhecidas são aquelas que os americanos chamam de “dólar store”.

LOJA ESPECIALIZADA
A loja de varejo que oferece apenas determinados tipos de alimentos, como uma padaria, frutaria, açougue etc.

LOJA FRANQUEADA
Uma loja de propriedade independente que se associa a um atacadista ou empresa franqueadora. Tem a licença para usar o nome da rede e recebe seus serviços de apoio. As primeiras franquias de lojas de alimentação (grocery store) surgiram em 1917 nos Estados Unidos

LOJA INDEPENDENTE
Um varejista operando até cinco supermercados com as mesmas políticas operacionais e podendo ou não ter a mesma bandeira. Acima de cinco lojas já pode ser considerada uma cadeia ou rede.

LOJA PILOTO
Um protótipo mais completo de loja, usado para testar práticas de gestão, sistemas, nova linha de produtos, seções e o que mais for necessário para planejar as futuras unidades. Serve inclusive para testar novo formato de loja. Veja Loja teste.

LOJAS SATÉLITE
Lojas de varejo que são de apoio ou periféricas em um shopping center.

L.S.A. – LIBRE SERVICE ACTUALITÉS
Revista francesa especializada em matérias sobre o autosserviço alimentar e não alimentar.

LUCRO BRUTO
É diferença entre o preço de venda e o custo da mercadoria vendida, expressa em valores monetários. É o lucro efetivo, o resultado comercial que se tem com a venda de produtos. Veja Margem bruta.

LUCRO DIRETO DE UM PRODUTO
É a forma de medir a rentabilidade de um produto. Diminuam da margem bruta todos os custos diretos do produto.

LUCRO LÍQUIDO
Diferença entre o lucro bruto e todas as despesas do negócio. Expresso em reais ou como uma porcentagem das vendas. É a última linha dos relatórios contábeis, informado de duas maneiras pelas corporações: antes e depois de impostos. Veja Margem líquida.

LUMINOSO
Peça de comunicação iluminada, contendo texto ou imagem para utilização interna ou externa no PDV.
MACRO DEPARTAMENTALIZAÇÃO
É o plano de distribuição das seções, grupos e subgrupos de produtos em uma loja. Veja Micro departamentalização.

MALA DIRETA
Material promocional de uma loja ou fabricante enviado diretamente para a casa do cliente.

MANUAL SIMPLIFICADO DE EXIBIÇÃO CONTROLADA
Trata-se de um pequeno manual medindo 8,5 cm x 13 cm, personalizado, com todas as opções de exibição recomendadas a um mix de produtos, de acordo com os mais variados espaços e tipos de gôndolas e expositores. Possui o formato ideal para ser colocado no bolso da camisa, jaleco etc.

MAQUETE
Projeto em 3 dimensões e escala reduzida da peça de merchandising.

MARCA DA LOJA
Veja Marca própria.

MARCA DE FABRICANTE
Produto de um fabricante distribuído por atacadistas ou varejistas em determinado território.

MARCA EXCLUSIVA
Um fabricante produz um produto com uma marca diferente da dele, para ser vendido, exclusivamente, em uma determinada rede. Toda marca exclusiva é própria, pela forma de gestão. Mas nem toda marca própria é exclusiva. Veja Marca própria.

MARCA NACIONAL
Um produto que é distribuído e vendido em todo o país. Com propaganda de abrangência nacional e muita fidelidade do cliente.

MARCA PRÓPRIA
Marcas que o varejo lança com o nome do estabelecimento comercial e que geralmente tem um preço mais barato devido a inexistência de investimentos de marketing.

MARCA REGISTRADA
Um nome fantasia ou não, dado a um exclusivo produto pelo seu fabricante ou dono da marca. Pode ser usada em uma marca própria, exclusiva ou nacional.

MARGEM
É a diferença entre o custo e o preço de venda das mercadorias. É a chamada margem comercial.

MARGEM BRUTA
É diferença entre o preço de venda e o custo da mercadoria vendida, expressa normalmente como percentagem sobre o preço de venda. Veja Lucro bruto.

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (Lucro)
Variável entre preço e custo, refere-se ao percentual ganho com o preço em cima do custo total. Sendo P=Preço e CV= Custo variável do produto.
Sua fórmula é P1 - CV1 x 100. Lucro real do produto.

MARGEM DIFERENCIADA
Diferentes categorias são operadas com diferentes margens para permitir competitividade, adequação ao seu mercado, boa rotação e imagem de preços compatível com a proposta da loja, além de um lucro bruto final compatível.

MARGEM HISTÓRICA
A margem de lucro normalmente utilizada e conseguida ao longo do tempo.

MARGEM LIQUIDA
Algumas redes usam este termo para exprimir a porcentagem do lucro liquido sobre a receita bruta ou líquida. Veja Lucro líquido.

MARGEM MEDIA
Uma combinação de produtos de maior e menor margem para alcançar uma margem pretendida.

MARGEM SELETIVA
O uso de margem bruta seletiva para determinados produtos como, margem baixa para produto de alta rotação e visibilidade que exige preço baixo. Veja Venda seletiva.

MARKETING
Para o varejo é a estratégia de criação de uma imagem, para uma loja ou rede, projetada para atrair clientes e fidelizá-los. As ações de marketing vão desde ofertas e campanhas até programas específicos de divulgação da marca.

MARKETING DE CLUSTER
Uma mesma estratégia de comercialização adotada para varias lojas localizadas em diferentes áreas geográficas, mas com características demográficas semelhantes.

MARKETING DE NICHO
Propaganda e marketing desenvolvidos sob medida para um específico e menor público, com características demográficas e comportamento de compra muito particular.

MARKETING ELETRÔNICO
A utilização da internet para campanhas de marketing institucional ou de ofertas, bem como ofertas especiais para recompensar clientes frequentes por sua lealdade.

MARK-UP
É o percentual que é colocado sobre o custo da mercadoria para se chegar ao preço de venda. Este é o mark-up sobre custo. Este acréscimo, esta margem acrescida, quando calculada sobre o preço de venda (dividindo a margem pelo preço de venda) é chamado de mark-up de venda.
Margem fixa do produto. Refere-se a quanto (%) seu preço é superior ao seu custo. Sua fórmula é P1 - CV1 x 100. É a visão de preço de "baixo para cima".

MATCH-PRINT 3M ®
Prova rápida obtida por processo fotográfico. Tecnologia e materiais exclusivos da 3M.

MATERIAL DE APOIO
Equipamentos de ponto-de-venda e materiais de merchandising que ajudam no esforço de vendas especiais, tais como promoções sazonais, de férias ou no lançamento de novos produtos

MATERIAL PERMANENTE
Peça produzida para ser exposta por um longo período no PDV.

MATERIAL TEMPORÁRIO
Peça que objetiva ação específica de curta duração (em geral inferior a três meses).

MEDICAMENTOS CONTROLADOS
Medicamentos que só podem ser vendidos com receita médica.

MEDICAMENTOS NÃO CONTROLADOS
Medicamentos que podem ser vendidos em autosserviço. O termo americano usado para esses produtos é OTC.

MEIA GÔNDOLA
Uma face de gôndola encostada em uma parede. Ver Gôndola.

MEMBRO ASSOCIADO
Veja Clube atacadista.

MERCADORIA DANIFICADA
Produto ainda vendável, mas que precisa de algum recondicionamento para ser colocado na área de venda. Exige um esforço adicional em preço ou promoção para ser vendido. Pode também ser trocado pelo fornecedor.

MERCADORIA ESTRAGADA
Produto não mais em condições de venda que deve ser jogado fora.

MERCADO SATURADO
Concentração de muitas lojas de varejo numa determinada área ou região que satura esse mercado e reduz a venda e o lucro de todas.

MERCEARIA
Loja que vende uma boa variedade de produtos alimentares, incluindo alguns produtos perecíveis, normalmente operando com um caixa e utilizando o autosserviço. Também uma seção ou departamento de um supermercado. Veja Departamento.

MERCEARIA LÍQUIDA
Toda a linha de bebidas, refrigerantes e aguas.

MERCEARIA SECA
Produtos alimentares não perecíveis.

MERCEARIA SECA NÃO ALIMENTOS
Produtos não alimentares, como produtos de papel, detergentes, material de limpeza entre outros, mas que podem ser comercializados pela mercearia.

MERCHANDISING
Conjunto de atividades desenvolvidas em um canal de vendas, visando chamar a atenção do consumidor para um determinado produto e impulsioná-lo à compra.

METRAGEM CÚBICA
A medida cúbica (volume) de uma quantidade de produtos é calculada multiplicando-se a sua altura pela largura e pela profundidade. Medida cúbica é associada com a capacidade de transporte dos caminhões, de armazenagem nos depósitos ou até dos espaços das prateleiras e gôndolas. Veja Capacidade cúbica.

METRO QUADRADO
É a medida comparativa entre lojas mais usada e que define o tamanho da área de venda de um a loja. Veja Área de venda.

METROS LINEARES DE GÔNDOLA
O comprimento de uma prateleira de gôndola utilizado para um produto ou grupo de produtos. Também se refere a toda a metragem linear de gôndola que uma loja tem.

MICRÓBIO
Micro-organismo causador de doenças. Bactérias, bolores e leveduras que podem crescer em diferentes alimentos e nas superfícies dos equipamentos. Causa de muitas intoxicações alimentares.

MICRO DEPARTAMENTALIZAÇÃO
É o plano de exposição dos produtos em uma gôndola, produto a produto. Veja Macro departamentalização.

MICRO MARKETING
Um plano mercadológico focado em um segmento de mercado definido, ao invés de todo o mercado.

MINICLUBE
Uma loja atacadista tipo Clube, porém de menores dimensões, entre 2 a 4.000 m² e operando cerca de 4.000 itens. Veja Clube atacadista.

MIX DE CLIENTES
É a composição dos diversos tipos de clientes de uma loja quanto as suas preferências, classe social, poder aquisitivo etc.

MIX DE OFERTA
É a cesta de ofertas, os diferentes produtos utilizados para uma campanha de vendas.

MIX DE PRODUTOS
É a seleção de produtos, categorias e seções ou departamentos que integram a variedade e o sortimento de produtos comercializado por um varejista ou atacadista.

MÓBILE
Peça promocional aérea sustentada por fios.

MOCK UP
Boneco de um produto ou embalagem em qualquer escala, geralmente utilizado para produção fotográfica.

MODA
É a tendência de consumo do momento. Termo mais usado para o textil, mas não exclusivamente. É o estilo que esta mais em uso pela sociedade, pelo mercado ou nicho de mercado.

MODULAR
Diz-se de elementos que podem ser montados por justaposição ou encaixe segundo a quantidade de produtos a apresentar, ou de acordo com o espaço disponível.

MOM AND POP STORE
Designação americana para a loja da mamãe e do papai. Uma pequena loja familiar de alimentos, operada por um casal, marido e mulher (daí o nome) e outros membros da família. Geralmente operada em autosserviço.

MONOGRAFIA
Encadernação com informações técnicas e científicas do produto, bem como suas indicações, características, benefícios e diferenciais.

MOSTRUÁRIO
Conjunto de amostras de produtos.

MOUSE PAD
Descanso do "mouse" periférico de entrada do computador. Serve para deslizar o mouse. Pode ser um ótimo material promocional, inclusive se acoplado com outras finalidades (Mouse Pad com bloco de recados, Mouse Pad com calculadora e relógio etc.).

MOVIMENTO DA LOJA
A contagem de clientes ou tíquetes registrada por hora, dia, semana, mês ou feriado. Sugere um bom ou mau dia de vendas.

MUDANÇA DE PREÇO
A redução ou aumento do preço de venda de um produto.

MULTIMÍDIA
Técnica de utilização de veículos de categorias diferentes em uma campanha publicitária.
Diz-se dos computadores/terminais multimídias, que reúnem imagem, som e interatividade.

MULTIPACK (fourpack, sixpack...)
Embalagem que agrupa uma certa quantidade de um mesmo produto com finalidade promocional.

MURAL INTERNO
Local de comunicação com os funcionários onde são afixados os mais diversos tipos de informações de interesse geral dos funcionários.
NÃO ALIMENTOS (GM)
Incluem todos os departamentos de um hipermercado que não vendem alimentos, quais sejam: eletroeletrônicos, têxtil e bazar. Em um supermercado o não alimentos é também chamado de bazar e a linha e a participação em vendas são muito limitadas. Veja Bazar.

NICHO DE MERCADO
São mercados menores muito particulares quanto às características e necessidades que, muitas vezes, não podem ser atingidos por redes regionais ou nacionais. Um pequeno varejo dirigido tem melhores possibilidades de atingir esses nichos.

NÍVEL DOS OLHOS
Estratégia de merchandising usada para aumentar as vendas de um produto, colocando-o, na gôndola, ao nível dos olhos de um cliente.

NO BREAK
É uma fonte de alimentação secundária e ininterrupta de energia elétrica. Entra em ação assim que é interrompido o abastecimento de energia elétrica, mantendo em funcionamento os aparelhos a ela ligados.

NOME COMERCIAL
A marca pela qual um produto é conhecido.

NORMAS ADMINISTRATIVAS
Um livro abrangendo todas as orientações administrativas da empresa.

NORMAS OPERACIONAIS
Um livro abrangendo todas as políticas e procedimentos operacionais da empresa. Todos aqueles ligados as lojas.

NOTA FISCAL
Uma declaração detalhada dos produtos enviados, mostrando os itens, os preços e o total a pagar.

NÚMERO DE CLIENTES
É o número de operações feitas nas caixas registradoras, diária, semanal ou mensal. Auxilia na determinação do numero de caixas e de operadoras além de qualificar a loja. Veja Venda média por cliente.

NÚMERO DE TRAZEIROS
A quantidade total de traseiros que o departamento de carnes processa por dia. É a forma de medir sua produtividade.
OFERTA
Produto vendido com margem muito baixa para atrair clientes. Oferta de produtos de alto valor atraem clientes de mais longe. Veja Baixar o preço.

OFERTAS DE FIM DE SEMANA
Produtos oferecidos para venda a preços especiais durante os fins de semana.

OFERTA POR TEMPO LIMITADO
Um fabricante reduz o preço de um produto, por um determinado tempo, para aumentar o seu volume de vendas. É uma redução temporária de preço que o varejista deve repassar aos clientes.

OFF SET
Forma comercial da impressão litográfica planográfica. Método mais rápido e barato que os demais, no qual a tinta é transferida da chapa para a blanqueta de borracha e daí para o papel, sendo assim considerado um processo de impressão indireta.

OMBRELLONE
Peça tipo guarda-sol, tamanho gigante com formato da cobertura em quadrado para abrigar equipamentos ou várias pessoas.

ONE STOP SHOPPING
Termo em inglês que designa uma loja ou um local que oferece uma ampla variedade de produtos e serviços. O objetivo é economizar o tempo de deslocamento do cliente que pode encontrar tudo que precisa num só lugar.

ON PACK
Denominação de conjunto promocional confeccionado com filme termo-encolhível. Pode ser um "leve3 pague2" ou anexação de brinde.

OPERAÇÕES
Divisão responsável por tudo o que se refere às lojas e seus resultados, incluindo estoques, pessoal, finanças, armazenagem, distribuição e o desempenho geral das unidades.

OPERADOR SUPERMERCADISTA
Um varejista que possui e opera um supermercado.

OPORTUNIDADE DE LUCRO
Está na promoção, e melhor exposição de itens mais lucrativos que a media da seção ou da loja. Veja Itens lucrativos.

ORELHA
Pequena extensão presa à frente de uma prateleira de uma gôndola usada para ampliar a frente de um produto aumentando a sua visibilidade. Veja Extensor.

ORGÂNICO
Veja Produto orgânico.

ORGO
Pequena prateleira colocada lateralmente ao terminal de gôndola.

OTC
Do inglês "Over the Counter", significa "em cima do balcão". Refere-se a produtos que podem ser comercializados sem receita médica.

OUT-DOOR
Grande painel de propaganda ao ar livre.

OVERHEAD
Em termos contábeis é um custo ou despesa que serve toda a empresa, não sendo parte de nenhuma loja. É necessário para a operação do negócio e tipicamente um custo indireto e fixo. A sede e a diretoria maior é um bom exem- plo dele.
PACKSHOT
Tomada em close do produto usada na produção da mídia eletrônica.

PADARIA
Departamento ou seção da loja com produção própria de pães, bolos, doces além da venda de produtos derivados e industrializados. Tem se tornado um atrativo e importante departamento afreguesador.

PADARIA INTERNA
Uma padaria dentro da loja, que produz grande variedade de produtos, além de processar produtos semiacabados.

PAGAMENTO POR DESEMPENHO
Incentivo financeiro pago por um fabricante a um varejista após este ter comprovado o seu desempenho em uma promoção.

PAINEL DE CONSUMIDORES
Uma amostra representativa de clientes que, através de reuniões e debates permite, aos gestores de uma loja, avaliar as necessidades de seus clientes. As discussões muitas vezes envolvem a comodidade e facilidades que a loja oferece sua limpeza e outros fatores que contribuem para a satisfação dos clientes.

PAINEL PERFURADO
Painel destinado a receber ganchos que permitem a apresentação de produtos pendurados com ou sem blister.

PANFLETO
Material impresso destinado à promoção e larga distribuição, geralmente produzido em pequenos formatos.

PALETE
Uma base, um estrado, geralmente de madeira, de tamanho padrão para o empilhamento, manuseio, transporte e até exposição de mercadorias. O padrão no Brasil tem 1,00 por 1,20 metros quadrados.

PALETEIRA
É um equipamento móvel, manual ou elétrico, usado para movimentar paletes ou produtos.

PALETIZAÇÃO
O uso de um palete para estocar ou para o transporte de produtos.

PANFLETAGEM
Ato de distribuir folhetos em locais estratégicos.

PANTONE®
Catálogo internacional de referência de cores.

PAPEL OU PLÁSTICO FORRAÇÃO
Utilizado para forrar base de ilhas/pilhas ou pontas de gôndola.

PARCEIROS COMERCIAIS
Para o varejista, os parceiros comerciais normalmente são seus fornecedores ou atacadistas.

PARTICIPAÇÃO DA MARCA
Uma porcentagem das vendas de um determinado produto sobre toda a sua categoria.

PARTICIPAÇÃO DE MERCADO
A percentagem de venda de um produto dentro da sua categoria. A fatia de mercado que uma loja tem dentro de sua área geográfica de atuação. É conhecido pelo termo em inglês Market share.

PASSIVO CIRCULANTE
É a soma de todas as dívidas com os diversos fornecedores e prestadores de serviço, num determinado momento como: contas a pagar, dívidas trabalhistas, bancárias, contas a pagar fornecedores entre outras.

PDV
Ponto-de-venda.

PÉ AMERICANO
Suporte de armar fixado atrás de um display, permitindo sua colocação na posição vertical.

PEDÁGIO
Um subsídio pago pelo fabricante para que um varejista ponha em sua linha um novo produto colocado, por ele, no mercado.

PEDIDO AUTOMÁTICO
Um método varejista de pedido que reabastece automaticamente os itens de giro rápido.

PEDIDO CEGO
A prática de fazer um novo pedido, apesar do ultimo não ter sido entregue.
PEDIDO CORRETO
A quantidade de produto necessária para atender a demanda dos clientes entre os reabastecimentos, acrescida de uma margem de segurança.

PEDIDO DE COMPRA
Formulário utilizado para fazer novos pedidos ao fornecedor.

PEDIDOS ANTECIPADOS
Pedidos antecipados de um varejista a um fornecedor para itens sazonais ou que não estejam ainda disponíveis.

PEGBOARD
Uma exposição utilizando ganchos, usada para pequenos produtos embalados individualmente.

PEPS
Primeiro a entrar primeiro a sair. Fórmula de controlar estoque que, ao ser vendido um produto, é entregue o primeiro que entrou. Um sistema de rotação de estoque para vender os produtos mais antigos antes dos produtos mais recentes. Veja UEPS.

PERDA
A quantidade de itens perdidos do estoque por diversos motivos como: roubo quebra problema de controle gerencial, erro na recepção de produto, práticas incorretas, faltas, deterioração, embalagem estragada entre outros.

PERDAS DE INVENTÁRIO
Ocorre quando há menos produtos na loja quanto deveria ter, ocasionado pelas perdas e quebras de estoque. Também gera menores vendas por falta de mercadoria.

PERECÍVEIS
Alimentos que requerem refrigeração e manuseio especial porque estragam facilmente, e tem pouco tempo útil de vida, como carnes, frutas, verduras, frutos do mar, laticínios, frios e panificação.

PERFIL DE MERCADO
Uma análise de mercado, que descreve o número e os diferentes tipos de clientes em uma área de varejo, suas características, bem como a concorrência existente. Veja Área de influência.

PERFIL DEMOGRÁFICO
Uma fotografia de seus clientes num dado momento com informações de sua faixa etária, grupo étnico, sexo, renda, escolaridade ou estado civil.

PESQUISA DE MERCADO
Um estudo de desempenho de um produto ou loja e sua aceitação pelo consumidor. Base para definir e tomar decisões sobre os planos de marketing de uma empresa.

PET SHOP
Loja especializada em produtos destinados a todos os tipos de animais domésticos. Veja Alimento para animais.

PIB
Produto Interno Bruto – é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país num determinado período de tempo. É um importante indicador do nível da atividade econômica.

PIB PER CAPITA
Também conhecido como Renda per capita, é a divisão do PIB, ou do PNB, pelo número de habitantes de um país. É um indicador do poder de compra dos habitantes.

PILHA
Agrupamento de produtos em locais de grande circulação dentro do estabelecimento.

PIN
Peça em forma de broche, produzido em metal esmaltado. Menor que o bottom.

PLANO DE MARKETING
Uma estratégia para aumentar as vendas e os lucros de um produto ou marca, com o uso de anúncios, cartazes, displays, incentivos promocionais e critérios de remuneração por desempenho.

PLANOGRAMA
Uma ferramenta para gerenciar os espaços de exposição de produtos. Pode ser em prateleira, gondola, um display ou todo um departamento. Atribui aos produtos o numero de frente, altura e profundidade que devem ter na exposição. Há vários softwares para auxiliar neste trabalho. Veja Gerenciamento de espaço e Programa de gerenciamento de espaço.

PLASTIFICAÇÃO
Aplicação de um filme transparente, opaco ou brilhante para melhorar o aspecto e proteger o papel ou papelão.

PLAYGROUND
Espaço protegido dedicado para as crianças brincarem em uma loja, enquanto os pais fazem compra.

PLOTAGEM
Processo de impressão que permite reproduzir imagens com qualidade fotográfica e pequena quantidade, em diversos tipos de materiais e formatos.

PLU - Price look-up. Veja Preço look-up.

PODER DE COMPRA
Uma forma de medir o rendimento disponível para a compra de famílias, indivíduos e grupos.

POLIESTIRENO (PS)
Material plástico muito utilizado em peças promocionais feitas em vacuum forming.

POLITICA DE PREÇOS DA CATEGORIA
A política de preços usada para determinar o preço de varejo e a margem de todos os produtos de uma categoria.

PONTA DE GÔNDOLA
Espaço nobre localizado nas extremidades das gôndolas e muito utilizado para promover e aumentar o giro de produtos.

PONTO DE DOSE
Local de comercialização onde a indústria de bebidas faz suas atividades promocionais, isto é, bares, boates e restaurantes.

PONTO DE EQUILÍBRIO
Um termo contábil utilizado para distinguir o ponto onde o nível de vendas não trás nem lucro nem prejuízo à loja.

PONTO DE PEDIDO
É o nível físico de estoque de um produto pré-estabelecido para acionar o sistema de compras de reabastecimento.

PONTO DE VENDA
O local interno ou externo de uma loja onde os produtos são expostos para a venda.

PONTO EXTRA OU ESPAÇO ADICIONAL OU PONTO PROMOCIONAL
Local onde o produto é exposto de forma promocional ( quando se oferece vantagem adicional aos consumidores), por tempo limitado. É um segundo local de exposição, além do espaço primário ( ponto permanente ou ponto natural), que visa aumentar a rotação do produto.

PONTO FOCAL (Exibidor)
Expositor que sintetiza uma ou várias unidades de uma família de produtos que estão à venda.

PONTO FRIO
É o local ou locais do ponto-de-venda com rendimento abaixo da média do estabelecimento e que geralmente escapa do fluxo natural da loja.

PONTO QUENTE
Local ou locais do canal-de-vendas em que a venda de qualquer produto exposto é maior por metro linear que a média do estabelecimento. Este ponto gera uma zona de atração. Pode ser natural ou criado.

POPAI BRASIL
Entidade brasileira voltada ao merchandising do ponto-de-venda e conectado com o POPAI - Point-of-Purchase Advertising Internacional.

PORÇÃO INDIVIDUAL
Embalagem de produto utilizável por uma só pessoa. Torna-se mais popular à medida que, cresce no país o número de famílias de uma só pessoa, as chamadas unipessoais.

PORTA CARTAZETE
Suporte com trilhos nas laterais que permite constante troca dos cartazetes.

PORTA FOLHETO
Ver Take One.

PORTA PALETE
Um equipamento com rodas com capacidade de elevação e utilizado para mover paletes com carga pesada.

PORTEIRO
O associado autorizado a receber mercadorias na loja. Confere quantidade com o pedido e com a nota fiscal e examina a qualidade da mercadoria.

PORTIFÓLIO
Mix de produtos de uma determinada indústria ou marca. Linha de produtos listados de uma determinada categoria dentro de uma loja. Portifólio de produtos geralmente entende-se por todos os demais produtos de uma empresa que não são o " carro chefe" da mesma.

POSTER
Suporte de papel ou papelão para ser colocado em superfícies verticais.

PRATOS PRONTOS
É uma linha de produtos da Rotisserie, frescos e prontos para serem consumidos. Veja Produtos pré-preparados.

PRAZO DE ENTREGA
O tempo entre um pedido entregue ao fornecedor e a entrega, feita por ele da mercadoria.

PRAZO DE VALIDADE
É a indicação do tempo útil de vida dos produtos alimentícios. Deve haver uma data, de fácil leitura, estampada na embalagem para prevenir a venda e o consumo de produtos já vencidos. Para minimizar o problema a loja deve trabalhar com baixos estoques e uma boa rotação dos mesmos. Veja Data de validade.

PRECIFICAÇÃO
É a fixação do preço de varejo em cada produto ou no local onde ele é exposto.

PRECIFICADOR
Um equipamento utilizado para a marcação de preço de mercadorias.

PRECIFICAR
Colocar o preço de venda de um produto utilizando etiqueta, carimbo ou outro meio qualquer. Hoje os supermercados estão desobrigados de precificar, mas muitos o fazem em produtos não alimentares.

PREÇO ALTO-BAIXO
Estratégia de marketing no qual o preço de venda de uma loja normalmente é alto, mas são frequentemente apresentadas ofertas com grandes descontos.

PREÇO BAIXO TODO DIA (EDLP)
Estratégia de preço no varejo em que eles são mantidos consistente e continuamente baixos.

PREÇO DE ETIQUETA
Preço normal de venda de um produto.

PREÇO DE VENDA
O valor pago em reais por quaisquer bens ou serviços. O preço do varejo é igual ao preço de custo, considerando impostos, mais o lucro do varejista.

PREÇO LOOK-UP (PLU)
Código americano atribuído a produtos como os de grande giro ou pré- embalados que não tem códigos de barra, para permitir um rápido e preciso preço nos caixas.

PREÇO MARGEM ZERO
Veja Preço mínimo absoluto.

PREÇO MÍNIMO ABSOLUTO
O preço mais baixo possível, e sem lucro ou prejuízo, que um produto pode ser vendido. Também chamado de Preço margem zero.

PREÇO POR 100 GRAMAS
Informação adicional colocada junto ao preço do produto para tornar fácil a comparação de preço pelo cliente de produtos similares, mas com pesos diferentes.
PREÇOS DISCREPANTES
A existência de preços de venda de um produto muito destoantes entre lojas concorrentes numa mesma área de atuação.

PREÇO SUGERIDO DE VAREJO
Preço recomendado por um fabricante para a venda no varejo de seus produtos, para evitar guerra de preços.

PREÇO SUGESTÃO
Preço de venda no varejo sugerido pelo escritório central ou pelo fornecedor.

PREÇO UNITÁRIO
Cada produto é individualmente precificado. Veja Embalagem múltipla.

PRENSA DE PAPELÃO
Um equipamento usado para compactar papel e papelão em fardos, para ser vendido e reciclado.

PRE PACK
Ver Embalagem Display.

PREVISÃO DE VENDAS
Uma projeção do volume de vendas de uma loja ou empresa para um determinado período futuro. Devem-se considerar as vendas do mesmo período do ano anterior, o atual momento econômico e mercado, a concorrência e os programas de marketing planejados para o período.

PRIMEIRO A ENTRAR, PRIMEIRO A SAIR
Veja PEPS.

PRODUTO DE DEPÓSITO
Os produtos recebidos, armazenados e transportados por um centro de distribuição para as lojas varejistas. Veja Entrada direta na loja.

PRODUTO EXCLUSIVO
Itens exclusivos que os concorrentes não vendem e que diferenciam uma loja ou empresa de toda a concorrência.

PRODUTO GENÉRICO
Veja Genérico.

PRODUTO ORGÂNICO
É um alimento agrícola cultivado com o auxilio de fertilizantes e pesticidas de origem natural, portanto sem agrotóxicos e sem substâncias sintéticas. Os industrializados, além usar só produtos naturais não contém preservativos também.

PRODUTO OU MARCA ESSENCIAL
Um produto ou marca, cuja popularidade e procura pelos consumidores o torna um item indispensável para ter na loja.

PRODUTOR
Um fazendeiro, agricultor ou processador.

PRODUTOS A GRANEL
Aqueles não embalados, perecíveis ou não e expostos em grandes quantidades. São vendidos por quilo ou unidade, como os cereais, azeitonas, doces, algumas frutas ou snacks.

PRODUTO SAZONAL
Aquele associado exclusivamente a um importante feriado ou um momento específico do ano.

PRODUTOS BÁSICOS
Alimentos necessários ao dia a dia das famílias, como farinha, arroz, feijão ou açúcar. Nunca podem faltar na loja.

PRODUTOS EM LINHA
Produtos que fazem parte do mix normal da loja e são autorizados a serem vendidos pelos fornecedores às lojas ou deposito central. Veja Linha autorizada.

PRODUTOS ÉTNICOS
Alimentos de um grupo étnico ou de uma nacionalidade como o mexicano, japonês, árabe, kosher etc.

PRODUTOS GOURMET
Especialidades, produtos alimentares refinados, muitos de fabricas artesanais ou de produção limitada, sendo muitos deles importados. Veja Supermercado gourmet.

PRODUTOS LÁCTEOS
São os derivados do leite como o leite em pó, nata, creme de leite, iogurte, manteiga e seus sucedâneos, a margarina e o queijo.

PRODUTOS LARGADOS
Itens individuais deixados, por clientes, na frente da loja ou na área de venda que devem ser colocados de volta aos seus pontos de venda.

PRODUTOS NÃO ALIMENTÍCIOS
São aqueles vendidos em um supermercado ou hipermercado além dos alimentos. No hiper falamos dos departamentos de Bazar, Eletro e Têxtil. Veja Bazar.

PRODUTOS PRÉ-PREPARADOS
Uma gama de produtos prontos ou quase prontos para o consumo. São os alimentos congelados ou semiprontos que são rápidos e fáceis de serem preparados para o consumo. Falo da linha que os americanos chamam de “Prontos para (Ready to):” consumir, aquecer, cozinhar ou preparar. Veja Solução de refeição.

PRODUTO VENCIDO
É aquele cuja data de validade expirou. Deve ser retirado da área de venda. Veja Data de validade.

PROGRAMA DE FIDELIDADE
Um programa de marketing eletrônico destinado a reforçar a lealdade e a fidelidade do cliente. Ele armazena os padrões de compra dos clientes e pode gerar promoções especiais. É um agregador de valor. Veja Marketing eletrônico.

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE ESPAÇO
Um programa de computador (software) usado para analisar o espaço de prateleira e giro de produto, a fim de desenvolver planogramas para as categorias e seus produtos. Veja Planograma.

PROGRAMA DE GESTÃO DE INVENTÁRIO
Um sistema informatizado que facilita o controle de estoque, incluindo os pedidos, o transporte e a distribuição dos produtos.

PROGRAMA DE INCENTIVO
Compensação financeira aos funcionários de loja por atingimento ou superação de metas de venda ou lucro além de programas não quantificáveis para o pessoal da retaguarda e sede.

PROGRESSIVE GROCER
Revista mensal americana dirigida ao publico supermercadista.

PROJEÇÃO DAS OFERTAS
Estimativa dos volumes de vendas e lucros de cada um dos itens a serem anunciados.

PROJEÇÃO DE QUANTIDADE
É a quantidade de produtos que os consumidores estariam dispostos a comprar a um determinado preço. Determina a quantidade a ser comprada por um varejista para uma campanha de ofertas, por exemplo. Veja Projeção de vendas.

PROJEÇÃO DE VENDA
Forma de determinar a quantidade de produtos que será vendida a um determinado preço durante um período de tempo predeterminado.

PROMOÇÃO
Uma campanha de marketing que busca aumentar as vendas através de ofertas, publicidade, merchandising e eventos especiais.

PROMOÇÃO 2X1
Promoção de um produto em que os clientes compram um e ganham outro de graça. Veja Oferta.

PROMOÇÃO COMERCIAL
Oferta especial de um fabricante feita aos varejistas tais como subsídios para propaganda, publicidade ou para o merchandising.

PROMOÇÃO DE VENDAS
Conjunto de atividades desenvolvidas em favor de um determinado produto, em que se oferece, ao consumidor e/ou ao revendedor vantagem adicional, por um determinado período de tempo, como estímulo à compra.

PROMOÇÃO EFICIENTE
Estratégia de marketing que trás um aumento nas vendas e um melhor posicionamento competitivo para a loja.

PROMOÇÃO GERAL
Campanha de marketing promocional, temático ou não, com a participação de todos os departamentos da loja.

PROMOÇÃO IN-AND-OUT
Conceito americano de ofertas de produtos não pertencentes à linha regular da loja, oferecidos por determinado período. São produtos bem negociados e oferecidos a ótimo preço até acabar os estoques. Não são repostos. Veja Entra e sai.

PROMOÇÃO SAZONAL
Um plano de marketing para épocas especiais, oferecendo produtos sazonais, inclusive aqueles fora da linha da loja e só vendidos nessas ocasiões. Falo do natal, volta às aulas, dia das mães, festas juninas etc. Veja Produto sazonal.

PROMOTOR DE VENDA
Profissional da área de vendas e marketing da indústria fornecedora, que trabalha arrumando, demonstrando e promovendo, na área de venda dos supermercados, a sua linha de produtos. Veja Demonstração.

PRONTO PARA COMER
Um produto desenvolvido e processado para ser consumido no momento da abertura da embalagem. Veja Pratos prontos, Produtos pré-preparados.

PROPAGANDA
Anúncios pagos pelas empresas de supermercado em jornais, na televisão ou no radio, na internet, em folhetos, ou em cartazes no interior da loja para promover produtos em oferta ou vender uma ideia.
PROPAGANDA CONJUNTA
Um consórcio, uma central de compras ou uma associação de varejistas que anuncia em conjunto e divide os custos de todas as ações entre os participantes.

PROPAGANDA COOPERATIVA
Um anúncio com vários produtos em oferta, pago no todo ou em parte, pelos fabricantes, com o nome do varejista, seu logotipo e endereço inseridos na campanha. O veiculo pode ser uma revista, folheto, jornal, televisão entre outros. Veja Verba de propaganda.

PROPAGANDA DIRETA
Publicidade e propaganda dirigida ao seu público alvo para motivar pessoas a comprar determinados produtos ou fazer compras em uma determinada loja.

PROPAGANDA E PUBLICIDADE
Os dois termos são usados sem distinção. No entanto Propaganda é mais abrangente. É a comunicação persuasiva. Aquela que procura incutir vontade nas pessoas convencê-las a comprar um produto ou serviço. Por outro lado, Publicidade é a divulgação, um meio de tornar público, conhecido um produto, uma ideia ou empresa.

PROPAGANDA INSTITUCIONAL
Propaganda ou publicidade que busca transmitir uma imagem positiva de uma empresa. Veja Propaganda e publicidade.

PROPAGANDA NO PONTO DE VENDA
Cartazes, faixas ou mensagens usadas no ponto de venda para atrair a atenção dos compradores. Podem ser fornecidas pelo fornecedor ou feitas pelo próprio varejista.

PROTÓTIPO
Modelo original da peça de merchandising, construído de forma artesanal ou mecanicamente.

PROVA DE MÁQUINA
Prova obtida na máquina no início da impressão.

PROVA DE PRELO
Prova obtida por impressão a partir do fotolito por processo manual.

PUBLICO ALVO
Uma fatia de consumidores que, com características demográficas semelhantes, é o objetivo, o foco de ação de uma loja ou produto.

PUSH GIRL
Ver Demonstrador(a).

QUADRICROMIA
Impressão realizada através das quatro cores primárias.

QUIOSQUE
Espaço físico criado para alguma atividade promocional, que pode ter a forma de um balcão, um carrinho, algo que seja extra ao espaço tradicional dentro da loja, que poderá ter promotores divulgando, demonstrando ou degustando produtos.

QUOTA
Uma referência utilizada para estabelecer a quantidade de produto que deverá ser vendido durante uma promoção.
RACK
Um display versátil, de chão ou de balcão, com prateleiras e ganchos para a exposição de mercadorias.

RADIO COMUNICADOR
Um sistema de comunicação utilizado pelos funcionários para falar um com o outro. Mais utilizado pela segurança da loja.

RANKING ABRAS
Uma lista anual dos 500 principais operadores de supermercado do país, classificados por volume de vendas. Apresenta também os principais índices de produtividade de cada rede.

REALOCAR
Buscar novo local para a exposição de itens que estão tendo pouca procura por parte dos clientes.

RECEBÍVEL
Veja Contas a receber.

RECEITA BRUTA
É a receita decorrente da venda de produtos e serviços de uma empresa em determinado período, antes das deduções de impostos, custo da mercadoria vendida, despesas fixas e variáveis. Veja Venda bruta.

RECEITA LÍQUIDA
Receita bruta menos os impostos e taxas e alguns ajustes necessários.

RECEITA LIQUIDA
Vendas Líquidas menos todos os custos diretos e indiretos e operacionais antes da dedução do custo de capital, itens extraordinários e impostos.

RECEPÇÃO
Uma porta ou doca de um armazém ou loja designada para receber mercadorias. Também se refere a balcão de atendimento colocado, na entrada da loja.

RECICLAGEM DE LIXO
Oferecer opções para o cliente descartar separadamente plástico usado, papel, vidro e alumínio em recipientes de recolha seletivas.

RECURSOS HUMANOS
Importante departamento de uma empresa envolvido em todos os aspectos relativos aos colaboradores, como recrutamento, seleção, desenvolvimento, contratação, folha de pagamento, avaliação, plano de carreira entre outros.

REDE DE NEGÓCIOS
Um grupo de lojas varejistas independentes que se une para comprar em melhores condições, trocar experiências, fazer propaganda e diversas outras ações em conjunto, podendo inclusive operar um deposita exclusivo. Veja Central de compras.

REDE NACIONAL
Empresa varejista de grande porte operando lojas por quase todo o território nacional. Veja Loja independente.

REDE REGIONAL
Empresa varejista de porte médio operando lojas numa parte do país, isto é, só em uma região geográfica do país.

REDUÇÃO TEMPORÁRIA DE PREÇO
Veja Oferta por tempo limitado.

REFORMA
Nos perecíveis é recondicionar e reembalar um produto dando-lhe melhor aparência para a venda.

REFORMA DA LOJA
Periodicamente a loja precisa ser atualizada, modificada, modernizada e, às vezes, ampliada para enfrentar a concorrência.

REFRIGERADOR PORTÁTIL
Uma unidade refrigeradora vertical portátil e independente, com ou sem porta, que pode ser colocada em qualquer local da loja.

REFRIGERADOR VERTICAL
Um equipamento aberto para a venda de produtos refrigerados sem portas e normalmente com cinco prateleiras. Também chamado, por isso, de cinco P.

REGISTRO DE VENDAS
Uma memória das vendas passadas por departamento e seção, junto com uma descrição dos fatores que afetaram essas vendas. Grande auxiliar para projeções futuras.

RÉGUA
Ver Faixa de Gôndola.

REGULAMENTO
Definição de critérios para participação de uma promoção que evolva sorteio.

REIMPRESSÃO
Novo lote de impressão.

RELATÓRIO DE ESTOQUE
Um relatório de gestão informando o nível de estoque na empresa e pedidos que estão a caminho, de um produto, categoria, seção ou departamento.

RELATÓRIO OPERACIONAL
Informação compartilhada da situação operacional de uma loja ou empresa

RELÓGIO DE PONTO
Equipamento usado para controlar as horas trabalhadas de um empregado em uma loja ou escritorio. Ha diferentes tipos, inclusive eletrônicos.

RENDA DISPONÍVEL
O montante de recursos financeiros que as pessoas têm disponível para o consumo.

RENDA PER CAPITA
Veja PIB per capita.

RENTABILIDADE
Uma forma de cálculo do lucro de um produto considerando sua rotação e seu lucro bruto.

REPOSIÇÃO
O processo de colocação de produtos na área de vendas de uma loja.

REPOSIÇÃO CONTÍNUA
Processo de compras baseado no histórico entre uma loja e um fornecedor ou seu deposito central que indica quanto e quando a loja necessita de nova remessa de um produto. Esses programas de entrega frequente e automática reduzem os níveis de estoque, os custos operacionais e as faltas.

REPOSIÇÃO EFICIENTE
Estratégia central do ECR que integra dados de todo o sistema de distribuição de alimentos para que; pedidos e reposição sejam feitas automaticamente.

REPOSIÇÃO POR GRAVIDADE
Uma prateleira, estante ou balcão refrigerado inclinado, que usa o peso do produto e, portanto a gravidade bem como meios mecânicos para movê-lo para a frente sempre que um item e retirado por um cliente.

REPOSIÇÃO POR TRÁS
Um processo de reposição que garante o Peps. Puxar os produtos mais antigos da prateleira para frente e repor o estoque novo na parte de trás. Veja PEPS.

REPOSITOR
O funcionário responsável por manter em ordem e abastecidas as prateleiras. Pode também fazer pedidos de mercadorias a fornecedores de entrada direta ou ao centro de distribuição.

REPRESENTANTE DE VENDAS
Funcionário de marketing e vendas de um fabricante ou atacadista para representar suas marcas e sua linha com o mercado varejista.

REPRINT
Reprodução, na íntegra, de textos, reportagens ou depoimentos, colhidos de publicações, revistas ou periódicos, citando a fonte e o nome do autor.

RESINITE
Material plástico de fina espessura para melhor apresentar e proteger a embalagem.

RESPOSTA EFICIENTE AO CONSUMIDOR
Uma estratégia, um movimento, que surgiu em 1993 nos Estados Unidos, para reduzir custos em toda a cadeia de distribuição alimentar, gerando mais eficiência e valor ao consumidor final. Muito conhecida como ECR, em inglês, Efficient Consumer Response.

RESULTADO DA PROPAGANDA
Um cálculo exato dos lucros ou perdas resultantes de um anúncio de propaganda, ou de toda uma campanha. Também uma avaliação quantitativa das vendas durante a campanha.

RETIRADA DE PRODUTO
A suspensão obrigatória de venda de um produto por razões de segurança ou saúde pública.

RETORNO SOBRE ATIVOS (ROA)
É uma taxa que mede a rentabilidade média de todos os capitais investidos na empresa, representados pelos ativos existentes e utilizados. É calculado dividindo-se o lucro líquido do ano (ou do período analisado) antes das despesas financeiras, pelo ativo total. É um indicador que reflete as decisões de investimento da empresa.

RETORNO SOBRE INVESTIMENTO (ROI)
Em inglês, return on investment ou ROI, também chamado taxa de retorno, taxa de lucro ou simplesmente retorno, representa o retorno que um investimento oferece. É a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento, e o total investido. No balanço da empresa é o fluxo de caixa líquido ou lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido, que é a verdadeira medida do investimento do empresário no negócio. Veja Taxa interna de retorno, Tempo de retorno.

REUNIÃO OPERACIONAL
Uma reunião periódica, geralmente semanal, para analisar o desempenho operacional das lojas, os problemas, as metas e seus atingimentos e projeções. Traçar também novos caminhos, e novas orientações operacionais.

RF
Radio frequência.

RODÍZIO
Ver F.I.F.O.

ROLL-OUT
Campanha de marketing do fabricante para introduzir um novo produto no mercado.

ROOF TOP
Peça fabricada em lona plástica no formato de um pião, usado para publicidade. Inflado com ar para exposição permanente.

ROTAÇÃO DE ESTOQUE
Mede a eficiência do nível do seu estoque. Pode ser expresso em quantos dias o seu estoque precisa para ser todo vendido ou em quantas vezes o seu estoque médio gira ou roda por ano. Quanto mais giro tem um produto significa que a sua venda em relação ao nível de estoque é melhor. Veja Turnover.

ROTAÇÃO DE PESSOAL
A taxa comparativa que mede o giro dos funcionários de uma loja ou empresa. Ela informa se sua empresa sabe reter seu pessoal ou está tendo problemas na gestão dos recursos humanos.

ROTISSERIA
Também chamado de Rotisserie é um dos departamentos mais populares de uma loja. Vende pratos prontos ou semiprontos, saladas, sopas, frango pronto etc. É o caminho para a solução de refeição dos clientes.

ROUGH (Rafi)
Esboço de idéias através de imagens. Fase imediatamente anterior ao "lay out".

RUPTURA DE ESTOQUE
É a falta de produto na área de vendas no momento em que o consumidor o esta procurando. Os produtos do mix da loja devem estar sempre expostos, e esta ruptura é uma importante causa de perda de venda, de imagem e de infidelidade do consumidor insatisfeito.
SACOLA
Embalagem, normalmente de plástico, utilizada na frente de caixa para ensacar os produtos dos clientes. Veja Empacotador.

SACOLA PROMOCIONAL
Peça produzida em materiais diversos, impressa com mensagens e/ou imagens promocionais.

SALA DE MÁQUINAS
Uma sala fechada que abriga todos os motores e compressores de uma loja.

SALÁRIO MÉDIO MENSAL
Uma média de todos os salários de uma loja ou empresa, calculado pela divisão do total de salários pagos pelo total de funcionários.

SALES KIT
Normalmente utilizado em lançamento de produto ou campanha. É composto por um brinde, uma amostra do novo produto e um "broad side".

SAMPLING (Amostra Grátis)
Versão do produto em quantidade reduzida distribuída gratuitamente aos consumidores para motivar a experimentação.

SANGRIA
A remoção periódica do excedente de dinheiro dos caixas da loja para evitar perdas financeiras.

SANITIZAÇÃO
A última parte do processo de limpeza dos equipamentos e mesas de preparo de alimentos para reduzir a carga microbiótica, dos micro-organismos, a um nível seguro.

SCANNER
Equipamento eletrônico utilizado para captar imagens analógicas e transformá-las em informações digitais. Veja Escâner.

SCHRINK
Processo de embalar um produto com filme transparente termo-encolhível.

SEÇÃO
Uma área na loja destinada a uma abrangente categoria de produtos. Em um supermercado elas são; mercearia, carnes e aves, frutas e verduras, frios e laticínios, padaria, peixaria, bazar e rotisseria. Veja Departamento.

SEÇÕES DE PERÍMETRO
São os departamentos ou seções de perecíveis de um supermercado que normalmente são localizados na periferia da área de vendas pela necessidade que têm das áreas de apoio, de seus depósitos e de balcões de atendimento. Veja Departamento.

SEGURANÇA DA LOJA
Pessoas e métodos usados para fornecer um ambiente seguro de trabalho e uma área de estacionamento e comercial livre de violência, roubo, furto e perda além de coibir o roubo dos funcionários.

SELAR CAMINHÃO
Um procedimento de segurança para as entregas de caminhão. O caminhão é cadeado e selado com um slim, numeradas tira metal. O receptor da mercadoria quebra o selo e grava o nome do condutor e o número do selo em um log.

SENHA PARA ATENDIMENTO
Etiqueta numerada oferecida aos clientes quando é necessário fila para ele ser atendido nos balcões de atendimento das seções de perecíveis. Com ela evita-se perda de tempo e garante ordem nos serviços.

SEPARATA
Publicação de "reprints" de matérias, pesquisas ou artigos científicos sobre assuntos da área de atuação de determinado produto, para ser distribuída como material de consulta.

SERVIÇOS AO CONSUMIDOR
Os serviços oferecidos pela loja, tais como: entrega em domicílio, área para estacionamento, segurança, empacotadores, pagamento de contas etc.

SERVIDOR
Um computador central, que pode ser acessado e utilizado por vários terminais.

SHELF LIFE
Tempo de vida útil de um produto.

SHELF TALK
Mini-cartazete que destaca a presença do produto na gôndola, e chama a atenção do
consumidor para as promoções e lançamentos, entre outras ações.

SHOP IN SHOP
Espaço de comercialização de um grupo de produtos, dentro do PDV, com atendimento e check outs próprios.

SHOPPER
Comprador, consumidor.

SHOPPING CENTER
Nome genérico para um grupo de lojas de varejo complementares, agrupadas numa única área com um parque de estacionamento comum. Também chamado de Centro comercial.

SHOPPING CENTER ABERTO
Um centro comercial aberto e de rua, de pequeno porte e abrangência. Ancorado por um supermercado ou um posto de gasolina e operando algumas lojas alinhadas.

SHOPPING CENTER OUTLET
É um centro comercial afastado das cidades, que reúne lojas de fabricantes ou multimarcas, comercializando pontas de estoque e coleções passadas com grandes descontos.

SHOPPING CENTER TEMÁTICO
É aquele centro comercial especializado em algum segmento do varejo como; construção, decoração ou automotivo.

SHOPPING CENTER DE VIZINHANÇA
Um centro comercial coberto, de porte médio e abrangência limitada. Ancorado por uma loja de departamento e/ou um supermercado. Pode chegar a ter até 15.000 metros quadrados de (ABL) Área bruta locável.

SHOPPING CENTER REGIONAL
Um centro de compras de grande porte e de forte atratividade. Opera com várias lojas âncoras e total variedade de produtos e lojas, além de salas de cinema e grande área de alimentação.

SHIRNCK
Processo de embalar um produto com filme transparente e termo encolhível.

SHRINK-WRAP
Um processo para estabilizar a carga de um palete envolvendo-o todo com um filme plástico transparente.

SILK SCREEN
Processo de impressão por transferência de tinta por intermédio de uma tela de seda ou nylon. Este processo é feito cor a cor.

SIMULAÇÃO
Modelo da peça de merchandising, feita artesanalmente em qualquer material para verificação de dimensão. Fase imediatamente anterior ao protótipo.

SINALIZAÇÃO
É a forma de comunicação da loja com seus clientes (externa) e funcionários (interna). São placas de orientação ou de propaganda de diversos tamanhos usadas para informações e para atrair clientes para seções ou produtos além de orientar a circulação de todos.

SINCOVAGA
Sindicato do Comércio Varejista Paulista.

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
Um sistema computadorizado desenvolvido para fornecer aos gestores informações atualizado sobre o desempenho de uma empresa como, estoque, vendas ou lucros.

SITE
O termo original website ganhou a forma abreviada de site e é um local virtual, na internet identificada pelo seu nome de domínio. Nele as empresas se apresentam, põe texto, fotos, informações, vendem produtos, serviços e a si mesmas.

SKY DANCE
Equipamento composto de material plástico leve e colorido, com motor para ventilação visando acionar o plástico na posição vertical com efeitos de dança no ar.

SKU
Item específico que faz parte de um portfólio de produtos. Stock-keeping unit, é o termo utilizado em inglês, para a numeração e identificação dos itens mantidos em estoque numa loja. Cada marca, tamanho, cor ou sabor de produto tem seu próprio identificador.

SLOT
Um local numerado em um centro de distribuição que indica a localização de estocagem de um produto.

SOBRA
Quantidade excedente do pedido gerada na produção de um lote.

SOLUÇÃO DE REFEIÇÃO
Alimentos preparados no supermercado para consumo no local ou em casa. Eles estão prontos para o consumo ou necessitam de pouca preparação adicional do consumidor final ou da loja.

SOLUÇÃO DE REFEIÇÃO
É um programa que procura facilitar a vida dos clientes, vendendo-lhes não só ingredientes, mas solução de alimentação. Esta foi a forma encontrada pelos supermercados para competirem com os restaurantes. Além de terem seus próprios restaurantes ou lanchonetes, vendem produtos pré-preparados que já são, ou facilmente se transformam em refeição. Tipo “não requer pratica nem experiência” que facilita a vida das famílias para o preparo das suas refeições. Falo das saladas, pizzas, sushis, congelados, sanduíches, pratos vendidos nas rotisserias entre tantos outros. Veja Produtos pré-preparados.

SORTIMENTO
Veja Variedade de marcas.

SORTIMENTO EFICIENTE
Um método do ECR para maximizar vendas e margens brutas. Seus principais meios são a gestão de categoria e a alocação de espaço na loja. Busca ações rápidas quanto a produtos, em resposta às mudanças nas compras do cliente, além de estratégias de preços para aumentar o retorno dos investimentos.

SPLASH
Forma gráfica para dar destaque às vantagens ou características de produtos ou serviços.

SPINNER
Um display que gira 360 graus.

STAND
Espaço construído especialmente para receber clientes e expor produtos em feiras, congressos e eventos afins.

STAND UP
Display.

STICKER
Pequeno adesivo publicitário.

STOPPER
Peça publicitária que se sobressai perpendicularmente à prateleira ou gôndola.

STORYBOARD
Descrição ilustrada cena a cena do roteiro de filmagem da peça publicitária. Utilizado em TV e Cinema.

STUFFER
Folheto.

SUPERCENTER
É a versão americana do hipermercado francês. Uma combinação de um supermercado com uma loja de desconto operando em autosserviço, com área de vendas de cerca de 10.000 m2. Vende a preços baixos cerca de 60.000 itens. Veja Hipermercado.

SUPERHIPER
Principal revista brasileira mensal dirigida à indústria dos supermercados e seus fornecedores e publicada pela Abras, Associação Brasileira de Supermercados.

SUPERLOJA
É um supermercado de grande porte, muito amplo, com cerca de 3.500 m2 de área de vendas e uma forte participação das seções de perecíveis, além de um espaçoso não alimentos.

SUPERMARKET NEWS
Revista mensal americana dirigida ao publico supermercadista.

SUPERMERCADO
Em termos genéricos é uma loja de alimentos que vende em autosserviço com dois ou mais checkouts e opera no mínimo as seções de alimentos. Difere das lojas que focam preço como as Lojas de desconto ou as econômicas (Clubes ou LSL) bem como das lojas de venda em massa como os hipermercados.

SUPERMERCADO COMPACTO
É a loja de alimentação em autosserviço mais adaptada a pequenas cidades e bairros de grandes cidades. Tem cerca de 300 a 800 metros quadrados de área de vendas e 6.000 itens em linha, com pouca oferta de bazar. É a loja de vizinhança e de compra semanal da sua localidade.

SUPERMERCADO DE PROXIMIDADE
É a loja do dia a dia. Conveniente pelo pequeno tamanho (de 150 a 400 m2) e por ser perto de você, seu vizinho. Tem pequeno poder de atração, opera só com o básico e tem preços menos em conta.

SUPERMERCADO ECONÔMICO (LOJA)
Em termos genéricos a Loja Econômica é todo formato que foca preço baixo, com um sortimento limitado de produtos. Tem que trabalhar com alto volume de vendas e custos operacionais baixos para compensar sua menor margem de lucro. Falo da Loja de sortimento limitado, do Clube atacadista, da Loja deposito e do Atacado misto.

SUPERMERCADO GOURMET
É um supermercado especial com refinada linha de produtos, muito importado, ampla variedade e sortimento, serviço e atendimento de qualidade e um ambiente agradável para as compras. Apesar de mais caro apresenta ótima proposta de valor. É aquele que apresenta a melhor proposta de solução de refeição e produtos processados. Veja Produtos gourmet.
SUPERMERCADO MODERNO
Revista mensal para supermercadistas publicada pela editora Informa Publicações Ltda.

SUPERMERCADO TRADICIONAL (CONVENCIONAL)
É o nosso tradicional supermercado (surgiu em 1.930) com área de venda de 800 a 2.500 metros quadrados. Opera pelo menos as cinco tradicionais seções de uma loja: mercearia, carnes, frutas e verduras, frios e laticínios e bazar. Com cerca de 12.000 itens em linha opera preferencialmente em autosserviço, com preços moderados. É a loja de compras da semana, o formato que apresenta o maior equilíbrio entre sua proposta de servir, suas características e as necessidades de alimentação dos consumidores. É o formato mais equilibrado para a venda de alimentos.

SUPERVISOR DE LOJA
Um profissional de operações responsável por um grupo de lojas em tudo que diga respeito à gestão e aos resultados operacionais. Também chamado de Gerente distrital. Veja Diretor regional.

SUPRIMENTOS DA LOJA
Materiais e produtos necessários para conduzir o dia a dia de uma loja, ou seja, sacolas, vassouras, lâmpadas, material de limpeza etc.
TABLOIDE
Um jornal de pequeno formato utilizado pelas lojas para relatar notícias de forma condensada bem como fazer ofertas promocionais.

TABULAÇÃO
Geralmente se refere a dados processados de uma pesquisa.

TAG
Etiqueta.

TAKE ONE
Expositor de mesa ou balcão para folhetos no qual o consumidor se serve.

TARA
É o peso total do produto embalado menos o peso do produto em si. O que sobra é a tara, que é o peso da bandeja e tudo o mais usado no empacotamento. Assim o cliente só pago pelo produto.

TAXA DE JURO INTERNA
A taxa determinada pela empresa, na qual o dinheiro pode ser emprestado dentro dela.

TAXA DE SERVIÇO
No varejo é a cobrança adicional para entrega em domicilio ou taxa de entrega em compras pela internet

TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)
É a taxa de desconto que aplicada ao fluxo de caixa de um investimento, iguala, a valor presente, as saídas e entradas desse fluxo. É, portanto uma medida de retorno sobre o investimento (ROI). É uma excelente ferramenta para medir a atratividade de um novo negócio aumentando a segurança da decisão. É o seu parâmetro. Para qualquer novo investimento calcule a nova taxa de retorno, que ele oferece, e compare com a do seu negocio. Se for superior é bom. Se inferior pode não ser.

TEASER
Chamada utilizada para despertar a curiosidade, antecedendo uma campanha de comunicação.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (T.I.)
Sistema integrado de computação que fornece as informações para uma boa gestão e corretas decisões de negócios.

TELEMARKETING
É o marketing por telefone para promover e vender produtos e serviços.

TELEVENDAS
Vendas feitas através do telefone.

TEMPERATURA IDEAL
A temperatura recomendada usada para transportar, expor ou armazenar alimentos perecíveis.

TEMPO DE RETORNO
Em inglês Payback, é o tempo, medido em número de períodos, necessário para a recuperação simples, sem rendimentos, de um capital investido. Calcula-se dividindo o valor do investimento pelo fluxo de caixa liquido de cada período, se este for constante em cada período, comumente medido em anos. Se não for constante obtém-se pela subtração, ou soma, dos fluxos de caixa de cada período até completar o valor do investimento. É uma aproximação inicial e simples da atratividade de um investimento. Veja Retorno sobre investimento.

TENDÊNCIA
Um novo padrão de comportamento em evidência. É a evolução de algo num determinado sentido ou direção. Muito usado para falar das vendas e do comportamento dos consumidores

TEOR DE GORDURA
A quantidade de gordura existente em um determinado produto.

TERMINAL
Um monitor ou caixa registradora interligado com um computador central. Ver Ponta de Gôndola.

TERMINAL DE GÔNDOLA
Local nos extremos de uma gôndola, para a exposição maciça e promocional de mercadoria. Local privilegiado para altas vendas com alta margem, produtos em oferta e itens de venda por impulso.

TESTE DE MERCADO
A utilização de uma área de mercado representativa dos padrões de compra nacional para testar novos produtos, promoções e projetar vendas. Veja Área de influência e Perfil do mercado.

TESTEIRA
Estrutura colocada no alto do display ou gôndola, contendo algum elemento que identifica o produto ou outra mensagem.

TÍQUETE DE CAIXA
Documento emitido pelo caixa e entregue ao cliente, que detalha a operação, os produtos, os preços de varejo etc.

TIRA OU FITA DE GÔNDOLA/ DISPLAY
Material com mensagem/ imagem impressa em papel, cartão ou poliestireno, devendo ser introduzido em canaletas/ trilhos de displays/ gôndolas ou aparadores/ cantoneiras.

TOMBSTONE
Duas placas de acrílico transparente (coladas) sem base, com logotipo da empresa ou marca.

TOTEM
Peça sinalizadora vertical e longilínea.

TOUCH SCREEN
Termo em inglês para uma tela de computador sensível ao toque de um dedo.

TRAÇO
Definição de ilustração ou símbolo em linha, sem meios tons, em P&B ou cor chapada.

TRADE MARKETING
A mais importante característica do Trade Marketing é a criação de um relacionamento entre fornecedor e cliente, que vai além da negociação. A prioridade da área não são as questões comerciais e sim o planejamento estratégico a médio e longo prazo.

TRÁFEGO
Veja Movimento da loja.
TRAINEE
Um funcionário especial, terminando seus estudos superior ou recém-formado, que participa de um programa de treinamento, desenvolvimento e preparo profissional em uma empresa.

TRANSFERÊNCIA
Produtos trocados entre lojas da mesma cadeia.

TRANSFERÊNCIA INTERNA
Movimento interno de mercadoria entre seções de uma loja.

TROCA
Abono de um fornecedor para um varejista para compensa-lo por quebras, produtos estragados ou impróprios para a venda.

TURNOVER
Termo em inglês que representa o número de vezes que seu estoque médio gira num período de tempo. Calculado pela divisão da venda total com o estoque médio do período. Veja Rotação de estoque.
UEPS
Último a entrar primeiro lugar. O produto mais recentemente comprado é o que deve sair do estoque ao ser vendido. Veja PEPS.

ULTIMA LINHA
Do inglês bottom line, este termo se refere ao lucro líquido final de um negocio. Para nós é o lucro bruto deduzido de todas as despesas, inclusive impostos.

ULTIMO A ENTRAR, PRIMEIRO A SAIR
Veja UEPS.

UNIDADE PARA ATACADO
As características, o tipo de embalagem e o tamanho típico de um produto apropriado para a venda no atacado, como embalagem múltipla ou institucional.

UNIDADE PARA VAREJO
As características e o tamanho típico de um produto e embalagem apropriados para a venda a varejo.

UNIFORME
Roupa padronizada fornecida aos empregados para ser usada durante o horário de trabalho.

UPC
Universal product code, é o nome em inglês para o Código de barras. Veja Código de barras.
URNA
Caixa destinada a recolher os cupons de participação em uma operação promocional.

UTILIDADES DOMÉSTICAS
Itens da linha do departamento de não alimentos usados em uma cozinha e na casa em geral como, aspirador de pó, micro-ondas, assadeira, etc.
VACUUM FORMING
Processo que permite obter objetos na forma desejada a partir de termoplásticos pré-aquecidos.

VALE BRINDE
Cédula impressa que dá direito a receber brindes.

VALOR AGREGADO
No varejo, é o valor adicional que adquirem os bens e serviços ao serem transformados durante o processo produtivo. É um atributo de qualidade, inclusive não tangível, agregado a um bem, um diferencial que na percepção do cliente justifica sua escolha.

VAREJISTA
Proprietário ou operador de loja de varejo de qualquer tipo de produto, inclusive produtos alimentícios como o supermercado ou uma loja de conveniência.

VAREJISTA INDEPENDENTE
Um varejista sem vínculo ou associação com qualquer atacadista ou qualquer central de compras.

VARIEDADE
Em termos amplos é a pratica de operar uma completa linha de produtos, bem como um grande sortimento. Ter todos os grupos e subgrupos alimentícios, por exemplo, e dentro deles a maioria das marcas e tamanhos. Os clientes terão assim a mais ampla possibilidade de escolha. Veja Hipermercado.

VARIEDADE DE MARCAS (SORTIMENTO)
Aqui o termo significa sortimento, ou seja, ter diferentes marcas e tamanhos de um produto ou grupos de produtos. Quando a variedade é o foco de uma loja há mais opções para a escolha do consumidor. Veja Loja de sortimento limitado.

VARIEDADE DE PRODUTOS
O termo variedade de produtos normalmente se refere a todos os diferentes grupos de produtos vendidos na loja. Geleia, massa, vinho, pão de forma, desodorante, etc. Quando esta estratégia é focada, a loja tenta trabalhar com a maior diversidade, a maior quantidade de produtos alimentícios. Veja Supermercado gourmet.
VASCA DE F.L.V.
Expositor normalmente de madeira, com vários acessos para a exposição de frutas e legumes. Veja Banca de F.L.V.

VENDA A GRANEL
Perecíveis e produtos a granel precificados e vendidos por quilo. Podem ser pesados na seção ou no checkout.

VENDA BRUTA
O total de vendas em reais. O que foi recebido bruto no caixa. Veja Receita bruta.

VENDA CASADA
Uma técnica de marketing em que a loja oferece e expõe junto, produtos relacionados ou complementares, mas que devem ser comprados, obrigatoriamente juntos.

VENDA DIRETA
Distribuição de produtos direto do fabricante para o consumidor final, evitando os canais tradicionais de venda e distribuição.

VENDA E EXPOSIÇÃO CRUZADA
Um merchandising cruzado, um só display expondo produtos relacionados, tais como morango e creme de leite, cereais e banana, massa com molho de tomate e queijo ralado entre outros. Normalmente incrementa a venda dos dois. Veja Itens combinados.

VENDA EM CONSIGNAÇÃO
Veja Consignação.

VENDA EM MASSA
Necessidade dos grandes varejistas em vender enormes quantidades de produtos oferecendo ampla linha de mercadorias, exposição em grandes quantidades e preços muito baixos.

VENDA INTEGRADA
Criar oportunidades para a venda integrada de produtos envolvendo todos os departamentos em uma loja.

VENDA MEDIA POR CLIENTE
Também chamado de ticket médio, é o valor médio de venda por transação, e, portanto por cliente, em uma loja. É quanto um cliente gasta em média por compra.

VENDA MÉDIA POR METRO QUADRADO
Índice que mede a produtividade da loja ou departamento quanto a sua área de venda. É calculado pela divisão da venda mensal ou anual pela área de venda utilizada. Veja Área de venda.

VENDA PELA INTERNET
Venda feita pela internet, através do seu site.

VENDA POR FUNCIONÁRIO
Medida de produtividade que mede quanto cada funcionário de uma loja vende por mês. Divida a venda mensal pelo número de funcionários.

VENDA POR FUNCIONÁRIO/HORA
Índice de produtividade que quantifica o total de venda por cada hora de trabalho utilizada por todos os funcionários da loja ou empresa.

VENDAS
O valor em real dos produtos ou serviços vendidos num determinado período. É o mais importante medidor do sucesso ou fracasso de uma loja. Veja Receita bruta.

VENDA SELETIVA
A prática de comercialização que vende apenas para lojas que atendam aos critérios diferenciados exigidos pelo fabricante. Por exemplo, localização classe A, alto volume de vendas, equipamentos compatíveis, estilo de operação etc.

VENDEDOR
Representante ou funcionário de uma empresa que oferece e vende produtos e serviços para um varejista. Veja Fornecedor.

VENDEDOR EXTERNO
Funcionário de um atacadista ou fabricante que visita varejista para negociar novas vendas de produtos e serviços. Muitas vezes ajuda a loja na exposição e no merchandising de seus produtos. Veja Promotor de venda.

VERBA DE PROPAGANDA
Montante dado pelo fabricante a um atacadista ou varejista para que ele promova em sua campanha de ofertas, um produto seu, marca ou linha. Veja também Propaganda cooperativa.

VERIFICADOR DE PREÇOS
Um leitor ótico colocado na área de vendas para o cliente poder conferir o preço de venda de um produto.

VERNIZ COM RESERVA
Processo de aplicação do verniz U.V. em áreas delimitadas.

VERNIZ U.V.
Verniz seco por radiação ultravioleta, usado em impressão gráfica para melhorar o acabamento.

VIDEOCONFERÊNCIA
Comunicação audiovisual entre duas ou mais pessoas de diferentes locais, feita com o auxilio de câmara de vídeo e sistema de áudio.
VINCO
Conformação feita por pressão de uma "faca" sobre o papel ou papelão, para permitir seu dobramento.

VIP
"Very Important Person".

VISUAL AID
Material para apoio visual na abordagem ao médico. Muito semelhante ao broad side quanto ao formato, contém informações importantes quanto a características, pesquisas e benefícios do produto.

VITRINE
Local específico para ambientação e/ou exposição de produtos e peças.

VOLANTE
Material impresso em uma única lâmina de papel de baixa gramatura.
WOOBLER
Material confeccionado em acetato com função semelhante ao de um Stopper, mas com um diferencial de se movimentar com deslocamento de ar.
ZONAS DE PREÇO
Categorias de preço em uma área de mercado refletindo a concorrência desse específico mercado.